Muitas pessoas já me perguntaram minha opinião sobre mulher ser pastora da Igreja Adventista. Bem, tenho uma opinião pessoal, baseada em minhas análises sobre a mulher, seu papel, o papel do pastor, e a sociedade atual. Gostaria de dividí-la com vocês e, também, conhecer as suas opiniões!
Desde sua criação, a mulher tem a função de auxiliadora. Ela é a administradora do lar, a responsável pelos cuidados prestados aos membros da família. Contudo, em cada época, a função da mulher foi adaptada ao momento. Essa função tem sofrido transformações juntamente com a sociedade, e, na minha opinião, a sociedade também tem sofrido alterações junto com as modificações do papel da mulher.
Hoje, boa parte das mulheres trabalham fora. Nossas condições sociais e econômicas, muitas vezes, exigem isso de nós. E mesmo quando se tem um marido com ótimas condições financeiras, a incerteza do futuro, o medo do fim da relação ou nossas próprias questões relacionadas à nossa identidade e autoestima são motivos para buscar uma independência profissional e financeira. Assim, a mulher dedica boa parte do seu dia a um trabalho fora de casa. Com isso, muitas crianças crescem sem a presença dos pais em casa. São educadas pela TV ou, quando têm mais sorte, por um parente ou babá. A mulher e o homem chegam à noite em casa, e ambos estão cansados. Não têm paciência para dedicar algum tempo às crianças, e nem a eles mesmos. A mulher ainda tem os serviços da casa para fazer, o que gera uma carga maior de stress no final do dia. Nesse cenário, milhares de famílias, hoje, sofrem pela ausência da mãe/esposa em casa.
Imagino, que a função do pastor exige bastante de quem assume essa responsabilidade. Tenho amigos pastores e filhos de pastores, e observando a dinâmica familiar, ou mesmo conversando com eles, percebo sempre o fator ausência do pai. Muitas vezes, essa ausência é compensada com a presença da mãe, mas a falta paterna não é completamente suprida por esta. Essa ausência é completamente compreensível. Pastores são responsáveis por centenas (ou mais) de pessoas. Precisam dar uma atenção especial a alguns membros, estar sempre à disposição… enfim, estar a serviço de suas ovelhas a todo o tempo. Claro que isso não justifica a ausência e os prejuizos que esta pode causar, mas explica o porquê dela ocorrer.
Agora, pense comigo. Você consegue imaginar uma mulher assumindo as atribuições de pastora adventista? Consegue pensar numa mãe que tem que estar 24 horas por dia em função dos membros de seu distrito, por exemplo? Consegue pensar numa pastora departamental, que viaja toda semana para dar treinamentos e levar projetos da Instituição Adventista para as Igrejas de seu Estado ou País? Eu acredito que isso seja bastante complicado!
Além da questão da ausência no lar, o fato de sermos auxiliadoras, e não cabeças, também é importante. Em uma casa onde o homem é a ovelha e a mulher é “o pastor”, as funções designadas por Deus, de homem e mulher se invertem. Nem todos os homens dão conta disso, e acredito que não precisam realmente dar conta, pois isso não foi designado por Deus!
Aí você pode pensar: “então você é contra as mulheres que fazem teologia!”. Não! De forma alguma! Não sou contra as mulheres estudarem teologia, e penso que muitas vezes, as teólogas que temos deveriam assumir funções maiores do que têm assumido atualmente. Contudo, sou a favor de uma dinâmica familiar saudável! Não posso afirmar que a dinâmica familiar X é a saudável e perfeita para toda e qualquer família. Cada família é única, constituída de forma muito peculiar. Sendo assim, penso que cada caso deve ser muito bem analisado, pois o serviço de Deus pode ser prejudicado quando alguns fatores (como a família) são negligenciados.
Que Deus nos abençoe, para que sejamos todas servas fiéis do Senhor!! Que abalemos o mundo com o poder do Espírito Santo de Deus!
18 janeiro 2010
Neste ano, tivemos em nosso distrito uma equipe de teologandos fazendo um estágio, que, a propósito, foi muito produtivo, pois conseguiram evangelizar um bairro, criando um grupo adventista lá. Estou citando esse fato porque entre os teologandos havia uma mulher. Ela trabalhou com todos os outros, dando estudos às pessoas interessadas. Qual se o chamado destinado na obra do advento às mulheres que fazem o curso de Teologia? Se souber, gostaria que divulgasse. Beijos. Celina
18 janeiro 2010
Celina, não consegui entender a sua pergunta. Acho que faltou ou sobrou alguma palavra!
Espero poder responder!
20 janeiro 2010
“Qual será o chamado destinado na obra do advento às mulheres que fazem o curso de Teologia?”
Já que é permitido que mulheres cursem Teologia, qual será o chamado destinado a elas?
Beijos.
Celina
22 janeiro 2010
Celina,
acredito que Deus tem um chamado especial para todas as mulheres, incluindo as que cursam teologia. Não sei como a Igreja Adventista, enquanto instituição, define onde e como uma teóloga pode atuar. Vou fazer contato com a Rejane, nossa colaboradora, que é teóloga, para que ela nos auxilie com essa pergunta.
Contudo, independente de nossa profissão, somos todas missionárias, segundo a ordem do Mestre!
22 janeiro 2010
Grata pelo retorno e pela pesquisa que está fazendo, Karyne.Que Deus continue abençoando seu ministério e de seus colegas do site e o de cada leitora ou leitor.
Celina
30 janeiro 2010
Sou esposa de pastor e atuamos nosso ministério na cidade de Barreirinhas, no Maranhão. Sou capixaba e entendi o chamado de Deus para o ministério ao colocar em minha vida uma pessoa muito especial que qd começamos a namorar ainda cursava teologia.
Achei muito interessante a colocação que foi exposta sobre a atuação de mulheres como ministras do evangelho. Aqui em nosso distrito temos 28 igrejas onde o acesso só ocorre com moto ou toyota bandeirates (aquelas que sã tracionadas nas 4 rodas) por ser uma região com muita areia. Acompanho sempre meu esposo na ida as igrejas, pelo fato de ainda não termos filhos (pois jamis daria pra colocar o bebê em cima de uma moto e arriscar cairmos como muitas vezes já aconteceu).
Mas de coração… jamais imagino uma mulher, ou até mesmo eu, como pastora para cuidar de todas essas igrejas tendo acesso difícil como têm!
Creio que esse seja mais um dos motivos do porque que Deus não permite ainda que mulheres sejam ministras, além de todas as circunstancias que foi mencionada no artigo.
Queridas… o fato de mulheres não possam ser “pastoras” creio que não pode e não deve impedir que cada uma de nós façamos a nossa parte para pregarmos o evangelho e apressarmos a volta de Jesus.
Que Deus nos abençõe muito!!
31 janeiro 2010
Olá Josiane!
Fiquei muito feliz em ler seu comentário!!
Acho que é importante que fique claro para as nossas leitoras, que as mulheres não são menos capacitadas ou proibidas de atuarem como pastoras. A questão é que elas têm uma responsabilidade muito grande enquanto mulher. Um papel que não pode ser exercido pelos homens, porque é inerente ao “ser mulher”, e isso gera dificuldades, além de nossas limitações físicas e emocionais!
Obrigada Josiane, por compartilhar conosco seu exemplo!
2 fevereiro 2010
A todos que leram este otimo artigo, e conseguira ver assim como eu a beleza desde ministerio e de um exemplo de vidas dedicada na obra de Deus.
Que Deus abençoe todos vocês
3 fevereiro 2010
Olá amigos!
Outras denominações admitem pastoras em suas igrejas. No entanto, a missão dessas igrejas não é a mesma missão da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Falar em pastorado e ministério rende matéria para um artigo sobre o ministério de todos os crentes e discipulado.
Sou bacharel em teologia e me termino o mestrado em teologia pastoral em julho de 2010. Sou “pastora de coração”. Ensino, prego, escrevo, palestro, dou estudos bíblicos “no passo que meus filhos possam acompanhar”. O minstério pastoral não éuma profissão.É uma vocação. É andar na contramão, é viver pela fé. A mulher que faz teologia pode dar aulas de ensino religioso, pregar, dar estudos bíblicos. Quanto mais sabemos, quanto mais nos preparamos física, mental, espiritual e intelectualmente, melhor servimos.
17 fevereiro 2010
Só existe uma razão para não aceitarmos mulheres pastoras: a total falta de embasamento biblico.
Apesar de disso, a IASD ja tem muitas mulheres atuando como pastoras na Indonesia, China, E.U.A, e, acredito eu, logo teremos aqui no Brasil também. Infelismente.
17 fevereiro 2010
Olá Hernandes! Gostaria que explicasse melhor sua opinião!
19 fevereiro 2010
Olá Irmã!
Em primeiro lugar quero dizer que reconheço que a mulher é tão necessária para a edificação do corpo de Cristo como o homem.
Mas também reconheço que a biblia deixa muito claro em sua paginas qual deve ser o papel desempenhado por cada um na sociedade, na familia e na igreja.
As atribuições do pastor estão muito claras nos textos escritos por Paulo a Timoteo (i Tim 3:1-7) e a Tito (Tito 1:5-9).
Se lermos ambos os textos sem tentar acrescentar os nossos “poréns”, veremos que é de homens ( genero masculino) que Paulo está falando.
Pastor de verdade é pastor biblico. A biblia deve sempre estar acima de questoes culturais.
A igreja precisa usar cada vez melhor o potencial humano (masculino e feminino) para mostrar ao mundo qual é a sua esperança.
Acredito na competencia da mulher para fazer a vida da nossa raça fluir melhor. Mas também acredito que a biblia distingue o papel de cada um.
Que Deus nos abençoe.
21 fevereiro 2010
Não imagino que o ministério pastoral seja mais difícil para a mulher do que para o homem, afinal as responsabilidades pastorais seriam as mesmas, e o sofrimento dos filhos que vêem seus pais pastores ausentes não seria menor se fosse a mãe a pastorear.
Penso que negar à mulher o direito de poder receber, se tiver vocação, o ministério é negar que em Cristo somos todos iguais e responsáveis pela terminação da Obra, em qual frente formos chamados.
2 abril 2010
Desde quando a mulher sempre teve o papel de auxiliadora ? me desculpa mais a ultima vez que eu li a biblia , foi Eva, a mulher que tomou a decisao e Adao que a seguiu. Eva conversou com a serpente, pensou e decidiu. Adao, viu que ela tinha decidido e seguiu.
Posso dar varios exemplos, de onde nao somente a mulher tomou a decisao, mas foi lider e mudou o destino de muita gente.
Essa idéia ridicula de que mulher é feita pra auxiliar e ser dona de casa e mae é a origem da maioria dos problemas. Nao nascemos pra fazer isso. Temos a capacidade de fazer-lo e como todo o resto dos humanos, temos o direito de escolher se queremos ou nao. Nao é porque casamos, que temos que ter filhos. Nao temos que ser dona de casa, se temos talento e vontade de ser outra coisa.
Outra idéia absurade é pensar que a mae pode compensar a ausencia do Pai. Obviamente, voce nao entende nada de desenvolvimento enfantil. Um pai ausente faz muita diferença. Uma mae nao substitui um pai,mesmo que ela seja tremendamente talentosa. Nao é essa uma das razaoes pela qual a igreja é contra um casal de lesbicas adotar uma criança ? mas somente funciona quando é conveniente… quando é pra espalhar uma idéia machista e sem fundamentos biblicos de que o homem e feito pra ser pastor e a mulher nao pode … ai entao esta tudo bem.
A mulher pode fazer, e pode fazer melhor porque ela tem qualidades que nem o melhor treinado dos homens pode desenvolver, como ouvir, saber conversar, gostar de conversar, saber se identificar com as pessoas, etc…. todas as qualidades que fazem dela mais emocionalmente inteligente do que o homem… por coincidencia, sao as mesmas caracteristicas que voce precisa quando vc tem que lidar com pessoas….
Alem disso, a mulher ja provou que pode ter uma carreira e cuidar da casa, dos filhos e do marido. contrario ao homem que usa o trabalho como desculpa pra nao fazer mais nada, a mulher que trabalha sempre da um jeito de fazer tudo o que tem que ser feito.
As mulheres sempre foram capazes… o unico problema foi que ate pouco tempo atras, falar a verdade significa puniçao.. até hoje é assim… so que a puniçao é menor… Hoje, o mundo nos deu a liberdade que os cristaos ainda nos recusam por valores culturais e nao valores biblicos.
O mais ridiculo sao as mulheres que se prestam a esse papel. Nao tenham vergonha, voces sabem muito bem, ainda mais se forem casadas e com filhos o que voces sao capazes de fazer.
Leia realmente a biblia e nao somente os trechos que sao convenientemente dados fora de contexto pra ver.
2 abril 2010
e usar a biblia para espalhar mentiras também é pecado….
Todos podem e devem pregar o evangelho e a igreja apoia essa idéia quando é convém.. afinal, na China tem pastoras lideres de mais de 2000 membros….
Tem mais homens na China do que mulheres por causa que até pouco tempo todos os bebes de sexo feminio eram assassinados.. no entanto, as unicas que tiverem coragem de pregar o evangelho onde é proibido com pena de morte… nao foram os homens ” nascidos para liderar, os machos”… foram as fragéis e delicadas mulheres…..
Leiam as historias completas, nao se deixem enganar por trechos, vejam os fatos, se informem, …. é mantendo todo mundo na escuridao e falando meias verdades que essas mentiras machistas sao espalhadas…
11 abril 2010
Olá Annie,
A resposta ao seu comentário se encontra no Post “Mulher Pastora – Resposta“.
Creio que esse post responda também aos demais comentários.
12 abril 2010
Olá irmã,
Algum tempo atrás refleti no meu espaço sobre algo muito relacionado com o que aqui expõe. Gostaria de partilhar com a irmã: http://otempofinal.blogspot.com/2009/12/emancipacao-da-mulher-moderna.html
As bênçãos de Deus.
12 abril 2010
Olá Filipe,
Obrigada pela visita!! Li seu texto! Bom saber que existem pessoas que compartilham dessa idéia!
10 julho 2010
Pelo que eu li em alguns comentários muitas senhoras não querem admitir que Deus deu o dominio ao homem e não á mulher.Todo nós homens e mulheres somo incumbidos de propagar as boas novas(Evangelho) ou seja que Jesus morreu na cruz pelos nossos pecados e que agora somos salvos pela fé e não por obras.O evangelho é isto.
Mas muitas senhoras porque são teimosas obstinadas não aceitam a sua tarefa que Deus lhes deu como esposas e adjutoras querem á força ser lideres.Eu pergunto qual foi o erro de Lucifer, não foi ele querer ser lider quando era a criatura mais bela que Deus tinha formado. Mas ele como tinha tanta glória julgava justo ser como Deus. Vós mulheres que sois tão inteligentes e até algumas doutoradas analizem por vós mesmos se é justo para Deus vós usurparem o poder ao Homem.Liderar uma igreja é diferente de anunciar as boas novas.Isso até a julher Samaritana fez mas não foi por isso que fizeram dela saçordotiza.
4 agosto 2010
Em relação aos deveres das mulheres e suas responsabilidades na família, principalmente no que diz respeito à criação dos filhos, leiamos o que nos diz o Espírito de Profecia. De qualquer forma, acredito que o fato de não existirem mulheres pastoras em nossa igreja não deve ser ponto de discussão. Como citado em alguns comentários aqui, cada um desempenhe da melhor forma a função que lhe foi designada. Enquanto discutimos se mulheres podem ou não podem ser pastoras, existe um trabalho a fazer … e não precisamos ser pastores para realizá-lo. Deus deu uma missão a cada indivíduo … e requer que cada um cumpra com a sua.
Abraço!!
23 dezembro 2010
Na doutrina e rudimentos dos apostolos, que se não obedecerdes certamente não sereis salvos, à uma ordem de que as mulheres não podem ensinar aos homens nas igrejas, e nem ter autoridade sobre o marido.
Devem permanecer em silêncio na igreja, e nem devem expressar suas opiniões na igreja, e se quizerem aprender alguma coisa, perguntem em casa a seus maridos.
Isto foi designado a homens fiés na doutrina.
Sendo assim não podem ser pastoras, mas podem exercer outras funções, nas igrejas.
26 janeiro 2011
Boas tarde meninas, cheguei de para quedas no ministério da mulher e gostaria muito de ajuda, estou à disposição de comentários e material para trabalhar, podem me mandar e-mail…
isisthiagosv@hotmail.com
7 fevereiro 2011
Olha, esse assunto pode render, e é maravilhoso poder partilhar de opiniões tão diversas e até bem acirradas. Penso que tudo isso só acontece porque o papel de mãe e dona de casa aos dias de hoje foi totalmente desvalorizado, pelo homem e até por nós mulheres cristãs. Olha só uma coisa triste que acontece, alguém pergunta ao marido: Sua esposa trabalha onde?? e ele responde: No momento ela não está fazendo nada, está só em casa. Viu só, por isso há essa necessidade até no subconciente da própria mulher de se sentir valorizada, não sabendo ela e os homens que o papel de mãe e cuidadora de seu lar para Deus é o mais importante e honroso para uma sociedade sadia e equilibrada. Foi o próprio homem quem instingou com maus tratos e desvalorização a esse princípio que fez com que as mulheres buscassem uma satisfação e um sentido pra vida, enganozamente buscando seu lugar e tentando mostrar sua capacidade e importância na vida. Falo por mim, conhecí a IASD quando meus filhos ainda eram bem pequenos, mas eu já trabalhava fora, sendo assim eles foram criados por babás totalmente sem estruturas e princípios, simplesmente porque eram meninas novas ou mulheres bem necessitadas não só financeiramente, mas de conhecimento e estrutura emocional, hoje sofro as consequências disso, meus filhos estão fora da igreja e eu me sinto totalmente impotente quanto a intimidade e relacionamento com eles devido a minha grande ausência. converso muito com eles, graças a Deus, e oro, é só o que posso fazer. Se eu tivesse o conhecimento devido e o apoio (e isso seria o mais importante) de meu marido, prezumo que tudo seria diferente. Moro num bairro onde as desestrutura familiar é gritante, e há carência de tudo, lidero mais de 60 mulheres no MM, cada uma com uma história mais triste que a outra, mas se eu for resumir numa única história o título seria “família desestruturada e infeliz”, também trabalho com quase 40 jovens e adolescentes totalmente sem perspectiva de vida melhor, sem estrutura emocional alguma, tudo isso por causa de suas famílias desestruturadas. Não estou aqui defendendo de forma alguma o machismo que lugar de mulher é na pia ou no tanque, de forma alguma, estou tentando dizer que o cargo de mulher do lar é o mais honrozo e onde Deus depôs toda estrutura e equilíbrio emocional e o principal a espiritualidade em adoração e respeito ao Deus todo poderozo, foi à mulher que Deus outorgou essa função, foi a ela e somente a ela que Deus capacitou e a dotou de emoção e razão pra essa tão honrada missão da formação do ser humano. Na verdade aqui na minha igreja me sinto uma pastora, porque não falta o que fazer a uma mulher que esteja disposta a trabalhar na obra, há um vasto campo a ser arado, basta disposição e boa vontade, independente de ser pastora ou não. E o que seria dos pastores se não fossem as mulheres despreendidas e dispostas ao trabalho do Senhor? auxiliadora? sim,…. ajudadora? porque não!!! mas líderes de coração……
7 fevereiro 2011
Ótimas considerações Flávia!!
Devemos lembrar que TODOS nós, mulheres e homens, temos o dever de ser missionários. Ocupar um cargo e receber um salário para pastorear igrejas não torna os homens melhores que as mulheres, e não nos tornaria mulheres melhores caso fôssemos pastoras. Devemos ser missionárias independente de nossa profissão!!
9 fevereiro 2011
Boa noite, o que acho mais estranho é ver homens e mulheres buscando explicações para algo que somente JESUS poderá responder a cada coração. É bem verdade que na Bíblica Jesus adverte que erramos por não conchecer as escrituras.
Qd paro e leio o comentário de um dos irmãos acima que coloca a mulher como “um nada” dentro da igreja me preocupo como será o comportamento de mais homens como ele. Em especial pelo fato de que JESUS deixou exemplos de grandeza de alma e de quebra de preconceditos ao falar com uma mulheres, o que na época era escandaloso.
Será que ele queria que aprendessemos algo com seus exemplos?
Será que realmente o que importa é um título “pastor” ou pastora?
O que vejo é uma discussão vazia se as pessoas que pregam que mulher não pode isso ou aquilo como diz a Bíblia, mas fere alguns mandamentos como adulterar, levantar falso testemunho, entre outros.
Adianta defender uma bandeira onde se não existir “amor” ao próximo nada terá valor?
Eu creio que se um dia eu receber um chamado de DEUS e esse for para ser uma ministrante, pastora, preletora, que para mim o nome não vai me conduzir e, se nesse nome as implicações de dirigir um carro com tração para eu chegar em locais ermos onde eu tenha que levar a palavra ou mesmo orar por um doente, tenham certeza lá estarei e, principalmente falando em nome de JESUS e não de uma denominação ou título.
Porque se me filiar a corrente de não ser pastora por ser mulher e, como disse o irmão qualquer dúvida tire em casa com o marido, estaria eu totalmente enrolada porque meu ex-marido feriu um mandamento de fidelidade e me fez nos últimos 17 anos cuidar sozinha de dois filhos que hj são homens e estão na universidade, o que vejo como missão cumprida até aqui, NADA me impediria de cursar teologia e dirigir uma igreja com mão de seriedade, amor e caráter pois, os principios e Deus jamais levam em conta o ser ou não do sexo (masculino ou feminino), mas a real e verdadeira intenção de um coração puro.
Adianta ser do sexo “x” ou “y” e quando chegarem em sua casa em uma noite de chuva forte pedidno ajuda pq o filho de sua amiga de 14 anos tentou o suicidio e vc abandoanr seus filhos e se dirigir a esta casa e após duas horas de dedicação a esse menino falar de JESUS, chorar com ele, acaricia-lo como filho seu e passados dois anos vê-lo estudando, trabalhando e sonhando ou ser um pastor e alegar que naquele momento não podeira sair?
CREIO com certeza que quando JESUS nos chama Ele não olhará sexo, mas o interior de seu coração purificado.
E se tiver que brigar com os costumes da igreja, tenham certeza que brigarei porque esses são negociáveis, mas principios de DEUS não.
Abraços em todos.
10 fevereiro 2011
Olá Ana Cristina
Obrigada por sua visita.
De fato, em nossa Igreja não deve haver machismo nem preconceito de gênero. Jesus, quando esteve nesse mundo, valorizou muito as mulheres. Quem somos nós para desvalorizá-las!!
“Os adventistas do sétimo dia não devem, de forma alguma, amesquinhar a obra da mulher.” Obreiros Evangélicos, pág. 453.
Não posso concordar jamais que a vida espiritual de uma mulher deve ser submetida vida espiritual de seu esposo! Seu trabalho na Igreja independe de quão ativo é seu esposo. Inclusive, muitas mulheres que trabalham na Igreja, nem têm esposos adventistas.
O que argumentamos em nosso texto é que no formato atual do ministério dos pastores, ter uma mulher como pastora traria conseqüências ruins para a família. Pastores viajam, às vezes, por semanas, quando não estão viajando, passam o dia em função dos membros da igreja e seus problemas, e aqui entra o papel da esposa do pastor, que atua em casa para que tudo esteja em ordem, os filhos sejam educados e cresçam felizes, além do trabalho que ela desempenha junto à própria Igreja!
Se o trabalho do pastor fosse só pregar e aconselhar os membros, não haveria problemas em termos mulheres pastoras. Muitas mulheres hoje trabalham fora de casa, às vezes com 2 jornadas de trabalho, seria praticamente a mesma coisa! Acontece que em nossa Igreja, o ministério pastoral vai muito além de sermões e visitas!
A mulher tem um papel especial a desempenhar no lar, mesmo que ela trabalhe fora. Atualmente, não vejo possibilidade de uma mulher ser pastora e ao mesmo tempo não deixar a desejar em seu trabalho no lar!! A menos que ela não seja casada e não tenha filhos!
Missionárias TODAS devemos ser. Pregar o evangelho, ajudar a quem precisa, isso é nosso dever, independente de nossa profissão! Contudo devemos saber que diante de Deus, temos também um dever em cuidar da vida espiritual de nossa família.
O trabalho de casa não deve ser desculpa para uma mulher não ser missionária, mas o trabalho missionário não deve ser desculpa para uma mulher não cuidar de seu lar!! Há uma grande obra confiada a ela em seu Lar, e isso não deve ser negligenciado!!
Sou pregadora e meu marido também. Eu o acompanho e ele me acompanha sempre que recebemos um convite para pregar. Sempre que faço palestras, gasto algum tempo atendendo a pessoas que precisam de auxílio e orientação, meus horários ao longo do dia são repletos de atividades, mas isso, de forma alguma, deve atrapalhar a minha função de rainha do lar. De forma alguma, ao ter meu bebê, poderei negligenciar a formação de seu caráter em nome da pregação do evangelho, pois pregar o evangelho é mais que falar, é viver!! Preciso primeiro viver o evangelho em meu lar, ser a mulher que Deus espera que seja em meu lar, para poder levar a mensagem para fora do meu lar!
“A influência da mãe nunca cessa. É sempre ativa, seja para o bem, seja para o mal; e se ela espera que sua obra resista ao teste do juízo, deve pôr em Deus sua confiança e trabalhar tendo em vista a Sua glória. Seu primeiro dever é para com os filhos, buscando moldar-lhes o caráter a fim de que sejam felizes nesta vida e tenham garantida a vida futura, imortal.” Beneficência Social, p. 158
10 fevereiro 2011
Obrigada pela resposta Kariny. Fico feliz por saber que vc também prega, isso também é dever de cristão. Que Deus continue te iluminando mesmo depois da chegada dos filhos para que possas continaur com este Dom que Deus lhe deu.
Quanto ao fato de não ser casada para abraçar a obra 100%, concordo, por isso foi que até aqui, optei pelos filhos, que hoje são homens. Agora com certeza posso me dedicar muito mais as obras do Senhor, mesmo sabendo que os “meninos”, sempre vão precisar de mim (rsrsrsr).
Mas sei que tenho um chamado para a obra e sempre disse a Deus que Ele esperasse eu criar Lucas e João, Ele me atendeu, agora estou disponível de corpo e alma.
Abraços
Ana
3 abril 2011
Boa tarde,
nunca pensei muito nessa questão da mulher no pastorado Adventista, até entrar em contato com a Igreja Adventista Brasileira de Richmond (IABR) e sua pastora, Therezinha Barbalho.
Concordo com a opnião da Karyne em relação a dedicação aos membros e tempo ao ministério; mas ouvir os sermões dessa mulher, me faz entender que talvez algumas de nós tenham tido um chamado especial.
A quem interessar..
o link para um sermão da pastora
http://www.encontrobrasil.com/Midia/videos/SV12092009.html
no mesmo site há varios outros, além da transmissão ao vivo nos horários de culto.
Um grande abraço
e uma ótima semana!
8 abril 2011
Em toda natureza do Reino animal o macho é dominante, entre nos humanos o homem sempre foi dominante, e se estudarmos leitura corporal a mulher em seus gestos demonstrará submissão,como por exemplo mostrar os pulsos e isso nenhum feminismo é capaz de mudar.
Eu já fui sim muito favorável ao pastorado feminino, mas hoje vejo que a liderança é masculina sim e que nenhuma mulher tem o direito de usurpar essa liderança. E tem mais,somos diferentes dos homens sim, e os homens estão se acovardando Sim, estão sendo omissos e até ingênuos. A liderança feminina tem causado estragos na igreja, e está a tal ponto que muitas se sentem no direito de modificar pontos importantes da biblía.
Outra questão que ninguém diz, HOMENS PENSAM MAIS EM SEXO QUE MULHERES, então vai uma mulher pregar que vão reparar mais nos atributos femininos do que no evangelho.
Vamos deixar de ser teimosas e obstinadas, que não é vergonha alguma admitir que a liderança é masculina, é realismo puro, estudem o reino animal, estudem a história, as criações (carro, avião, as descobertas ciêntificas…) vieram dos homens, e honestamente vão continuar a vir sempre deles, nos só chegamos onde chegamos graças aos homens. De forma alguma digo que nos devemos ser humilhadas, nos merecemos RESPEITO SIM, mas chega de milindres bobos, vamos nos preocupar em ser bondosas, temente a Deus, boas mães, honestas, podemos trabalhar sim, ganhar nosso dinheiro sim, mas nunca nos esquecer que somos mulheres!
25 agosto 2011
Gostei muito de ver que as questões são respondidas. Karina Eu particularmente tenho uma idéia um pouco diferente da maioria, concordo que a mulher não seja pastora em nossas igrejas pois existem algumas questões como a dedicação exclusiva a obra que eu não sei se seria viável para a mulher já com tantas atribuições, sou mãe de 3 filhos, esposa, líder do m. da mulher numa igreja de 2.000 membros, funcionária pública e advogada, estou quase estafando de tantas atribuições e responsabilidades nunca poderia ser pastora de uma igreja voce precisa ter um grau de dedicação e comprometimento tão grande que eu não se se uma mulher conseguiria, sem contar com as pequenas barreiras muito sutis que já enfrentamos por ser mulher na própria igreja então acho que o ideal é que seja um homem. O que não invalida o fato de uma teóloga ser capela de um colégio ou hospital. Espero ter colaborado com a enquete. rs rs um abraço a todas.
2 setembro 2011
me desculpe, mais descordo com tudo o que vocês disseram,
eu acho sim que mulher pode ser uma pastora, e um homem também pode cuidar de uma casa se ele quiser, se a mulher gostar mais de teologia e o homem de pedagogia, ele poderia fazer uma faculdade e realizar seu sonho de ser um diretor ja a mulher poderia fazer a faculdade e não realizar seu sonho de ser pastora,pelo menos não na igreja adventista.
tenho uma duvida muito grande:
é proibido a mulher ser pastora na adventista ou é apenas uma sugestão que vocês acham que é melhor não ser??
me desculpe se estou sendo ignorante não é a minha intenção
2 setembro 2011
me desculpe por dizer que não concordo com todo mundo,
eu não concordo com a maioria mais concordo plenamente com a ANNIE, ela falo tudo pra mim
2 setembro 2011
eu vi a resposta que você deu a ANNIE e a maioria delas estava baseado no livro de E. G. White e não no que esta escrito na bíblia.
como você mesma disse que Conhece muitos homens que possuem muito mais habilidade em lidar com pessoas do que algumas mulheres. assim também existem muitas mulheres que tem muito mais habilidade em lidar com pessoas do que alguns homens.
por isso acho que a mulher tem todo o direito de escolher se ela quer ser ou não pastora
2 setembro 2011
concordo tbm com q a ana cristina falo
CREIO com certeza que quando JESUS nos chama Ele não olhará sexo, mas o interior de seu coração purificado.
se for como vc falo que
ter uma mulher como pastora traria conseqüências ruins para a família. Pastores viajam, às vezes, por semanas, quando não estão viajando, passam o dia em função dos membros da igreja e seus problemas, e aqui entra o papel da esposa do pastor, que atua em casa para que tudo esteja em ordem, os filhos sejam educados e cresçam felizes
sendo assim.
a mulher tem que arrumar um serviço muito bom ou ficar em casa so cuidando das crianças e do lar, pq se ela arruma um emprego q ela sai de casa 5 da manhã e volta 8 da noite ela nem ver os filhos e nem cuida da casa, provavelmente quem ira cuidar da casa e das crianças iria ser uma empregada.
sendo assim ela tbm traria conseqüências ruins p/ familia
2 setembro 2011
Então Jéssica!!
Acho importante ressaltar que de forma alguma consideramos que as mulheres sejam menos capacitadas que os homens, ou advogamos que elas devem ser apenas donas de casa. Eu mesma sou psicóloga, estou terminando meu mestrado, e tenho sonhos profissionais.
A questão abordada aqui, que a propósito é minha posição e não a posição oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, é de que no formato atual em que trabalham os pastores, como analista do comportamento e estudiosa da Palavra de Deus e Espírito de Profecia, entendo que há um grande risco para a família em uma mulher ser pastora! Risco para a educação dos filhos, o relacionamento com eles e com o próprio marido.
Acredito que não seria muito fácil uma mulher ser líder espiritual de um homem (seu marido) que é biblicamente o cabeça da família, e portanto o líder espiritual do lar (da mulher e dos filhos). Além disso, sim! A rotina é puxada, e não seria possível administrar a rotina de forma a não negligenciar o lar. Digo isso porque claramente vejo em famílias de pastores o efeito que é causado pela ausência produzida pela rotina do pai. A esposa do pastor ocupa grande função em manter o lar sob controle e “compensar” a ausência paterna, criando, inclusive, um senso da responsabilidade espiritual que o pai possui, nas mentes dos filhos.
Em um outro formato de ministério pastoral, talvez eu defenderia a existência de mulheres pastoras. Acredito que elas podem ser evangelistas, pregadoras (como eu também sou), missionárias. Acredito até mesmo que podem ser pastoras auxiliadoras de esposos pastores, mas não concordo que possam ser pastoras, líderes espirituais de seus maridos, sem causar prejuízos a ordem estabelecida por Deus – o homem é o cabela e a mulher deve ser submissa a Ele.
Você tem o direito de discordar! Qualquer um tem esse direito! Temos apenas que cuidar para não discordarmos pelos motivos errados. Não devemos ser levados pelo modernismo que prega a “falsa igualdade de gênero” pedindo direitos iguais à mulheres, mas em sua essência, destruindo os propósitos divinos para os sexos!
Obrigada por sua visita e participação!
2 setembro 2011
então não seria possivel de forma alguma a mulher trabalhar, ela teria que ser apenas dona de casa ou ter um emprego que quase não fizesse nada, pq como eu sitei a cima se ela sai muito cedo e volta muito tarde tbm não seria possível administrar a rotina de forma a não negligenciar,
se você concorda que ela pode trabalhar em outra coisa e fica o mesmo tempo fora de casa, pq não ser pastora?
Eu dizer o que eu acho ou o que penso não vai fazer isso mudar mesmo, so entrei para saber a opinião das outras pessoas e se iriam me fazer mudar de ideia.
Gostei muito de ver a opinião de todos, como você mesma cito em cima
Eu tenho direito de discordar, qualquer um tem esse direito!
muito obrigada pela sua atenção
fica com Deus!
2 setembro 2011
É Jéssica! Pelo visto você não entendeu nada do post, muito menos de minha resposta aos seus comentários!
É uma pena!
De qualquer forma, obrigada pela sua visita!
24 outubro 2011
É uma vergonha e um grande atraso aqui no Brasil termos esse pensamento de que as mulheres não devem ser pastoras…A igreja é uma só e nos EUA e outros vários paizes do mundo as mulheres são pastoras, anciãs e primeiras anciãs e fazem muito bem o seu papel. E quanto aos filhos não terem a presença da mãe e do pai em casa isso é fato em toda familia e não só nas melindres e desculpas dos filhos de pastores que muitas vezes são rebeldes sem causa e precisam mesmo é de taca para consertarem, e colocam a desculpa na ausencia dos pais. Conheço inumeras familias que ambos trabalham fora, inclusive a minha, e os filhos se tornaram gente de bem na igreja e na sociedade, porque souberam conciliar a educação dos filhos com o trabalho. O que está acontecendo é que a igreja no Brasil ainda não caiu a ficha e não notou que o evangelho está sendo pregado pelas pedras, porque estão negligenciando o talento e a comunhão das mulheres. Acorda Igreja!!! Até quando os homens vão querer dominar as circunstancias e as mulheres? Deus no su plano original quando criou o homem ordenou que este dominasse os animais e não as pessoas, qualquer tipo de dominação humana é diabolica e não provem de Deus!!!!
26 outubro 2011
Olá Tamar,
Então, você está me dizendo que a ordem de submissão da mulher ao homem é algo diabólico? Querida, diabólico é desobedecer a Deus, como Eva fez. Como consequência ao pecado de Eva ela recebeu a seguinte ordem de Deus:
“E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.” Gênesis 3:16
Sim querida, essa é a nossa realidade feminina desde que o pecado entrou nesse mundo. Submissão ao marido!! E isso foi prescrito por Deus e não pelo Diabo. Na verdade, o pensamento feminista que defende uma “igualdade” que tem como objetivo final tirar a função do homem de ser o cabeça do lar é que é diabólica. Se vc pensa assim, minha irmã, peço que reflita em oração e suplique a Deus que afaste de ti pensamentos que vão contra Sua vontade.
É bem verdade que o desejo de Deus para a mulher e o homem antes do pecado era outro, porque homem e mulher eram outros também. Eles possuíam virtudes divinas e não o coração egoísta e orgulhoso que temos hoje. É impossível termos uma sociedade equilibrada nesse mundo de pecado sem que vivamos como Deus determinou logo após o pecado. A chamada “maldição” dada ao homem e à mulher no Éden nada mais é do que uma instrução do que deve ser feito para haver equilíbrio na vida mesmo com pecado. Se fosse obedecida ao invés de questionada e corrompida, essas instruções nos trariam mais alegria!
Quanto às práticas na Igreja fora do Brasil, já expliquei claramente que o ponto de vista defendido aqui diz respeito à nossa realidade. Se vc quiser ter o mesmo regime alimentar de um esquimó, vc terá grandes problemas irmã, pq um esquimó está num contexto totalmente diferente do seu, e o que é necessário para ele sobreviver é um veneno para você, em seu ambiente e cultura! Então, estamos falando da realidade do ministério pastoral no Brasil, e devemos argumentar com base em nossa realidade.
Continuando…É um tanto quanto perigoso dizer que filhos de pastores são rebeldes sem causa. 1º Porque não existe rebeldia sem causa; 2º pq vc está julgando que o ministério dos pais é uma desculpa para a rebeldia deles. Cuidado com os julgamentos irmã. As famílias pastorais enfrentam lutas que sua família, talvez, nunca enfrentará. Satanás tem muito mais interesse em destruir uma família pastoral do que destruir a sua família, sabe por quê? Porque quando ele destrói uma família pastoral o estrago é muito maior!!!
Se seus filhos são uma benção, irmã, amém! Mas não use sua família como parâmetro para julgar as famílias dos pastores, que possuem filhos ditos “rebeldes”. Não faça isso querida. Sem dúvida seus filhos não têm a mesma cruz que os filhos de pastores têm para carregar! Ore por eles, mas não fale deles assim!
Por fim, irmã, talvez você seja nova aqui no blog, e não me conheça. Sou jovem, casada, tenho formação superior (psicóloga) e estou concluindo o mestrado. Prego, dou palestras, tenho um ministério na internet, e tudo isso faço com o apoio do meu marido, que é a cabeça do meu lar. Ele senta no banco e ouve meus sermões, lê os textos que publico, assiste minhas palestras, e nem por isso deixa de ser o cabeça do meu lar. Ele é meu braço direito em meu ministério, e mesmo sendo meu auxiliador, continua sendo cabeça do meu lar. Sabe por quê? Porque eu escolhi seguir a determinação divina, e escolhi permitir que assim como Cristo é o cabeça da igreja (e a Igreja não está em pé de igualdade com Cristo), meu marido seja o cabeça do meu lar. Ele me consulta para tomar decisões, ouve meus conselhos, e continua sendo o cabeça do meu lar, o líder espiritual de minha família. Isso pode ser contraditório, mas se a irmã tiver oportunidade de passar algum tempo conosco, verá que não é! Eu o respeito, respeito sua autoridade, respeito suas opiniões, e procuro desempenhar bem o meu papel de auxiliadora, sendo o braço direito dele em tudo que ele precisa. Acredito que como Cristo foi capaz de dar a vida pela Igreja, meu marido é capaz de dar a vida por mim, e isso me faz amá-lo e respeitá-lo ainda mais. Aprendo muito com ele, e todo o ministério que desenvolvo é estimulado e motivado por ele, que é meu grande suporte nesse mundo. De igual modo, a Igreja de Deus possui um ministério a desempenhar, e é Deus nosso suporte, Aquele que nos dá poder e capacita a desempenhar nosso papel nesse mundo. Meu marido age de forma semelhante, me dando todo o suporte possível para que eu desempenhe bem o ministério que Cristo me concedeu. Eu não sou pastora, irmã, mas prego qse que diariamente através do blog e dos estudos bíblicos que dou. Não preciso ser formada em teologia para desempenhar a missão que Deus me deu. E reconheço que essa missão inicia no lar, arrumando a casa, cuidando das roupas, da comida e por fim pregando o evangélio. Isso é muito maior que qualquer credencial pastoral que uma mulher possa receber!
Gostaria que soubesse que fui bastante direta ao te responder, porque parto do pressuposto de que a irmã, antes de fazer suas considerações, leu atenciosamente tudo que foi escrito até aqui.
Que Deus lhe conceda sabedoria e entendimento, para que você seja cada dia mais uma mulher usada por Deus!
27 outubro 2011
Boa tarde
Eu sou casada tenho duas filhas uma de 10 anos e a outra tem 1 ano e 5 meses, meu marido trabalha longe de casa,as vezes vem em casa de 8 em 8 dias outras de 15 em15 dias, mais as decisões quem toma é ele mesmo as menores que seja, e eu não me sinto humilhada,nem desvalorizada, pelo contrário eu me acho privilegiada e valorizada, amada por meu marido tomar as decisões por me. Isso não quer dizer que eu não tenha as minhas responsabilidade eu cuido da casa e educo as crianças. Eu e meu marido conversamos a respeito de tudo e apoiamos um ao ou e ao outros, eu agradeço a Deus pelo o marido que eu tenho e peço sabedoria para ser obediente a Deus e viver em harmonia com meu marido.
27 outubro 2011
Boa tarde
Eu sou casada tenho duas filhas uma de 10 anos e a outra tem 1 ano e 5 meses, meu marido trabalha longe de casa,as vezes vem em casa de 8 em 8 dias outras de 15 em15 dias, mais as decisões quem toma é ele mesmo as menores que seja, e eu não me sinto humilhada,nem desvalorizada, pelo contrário eu me acho privilegiada e valorizada, amada por meu marido tomar as decisões por mim. Isso não quer dizer que eu não tenha as minhas responsabilidades eu cuido da casa e educo as crianças. Eu e meu marido conversamos a respeito de tudo e apoiamos um ao outro, eu agradeço a Deus pelo o marido que eu tenho e peço sabedoria para ser obediente a Deus e viver em harmonia com meu marido.
5 novembro 2011
Olá queridos irmãos!
Gostei grandemente do artigo (vou ler a resposta ainda), principalmente do ponto de vista da irmã autora do artigo.
Este assunto pelo que percebi através de minhas pesquisas é muito controverso e realmente não é definitivo.
Ainda não vi qual a posição oficial de nossa igreja, mas vi que o assunto mesmo lá nos EUA tb não é algo como citou a irmã Tamar acima, esclarecido.
Basta ler o texto que disponibilizo aqui(em inglês) que refuta uma pregação do pastor Doug Batchelor sobre este assunto.
http://spectrummagazine.org/blog/2010/03/19/doug-batchelors-28-fundamental-arguments-against-women-ministers
Ao ler os comentários vemos que muitos chegam a atacar de forma grosseira o ministério do referido pastor, que escreveu um lindo livro que a CPB lançou aqui como o “Milionário da Caverna”.
Ainda não consegui juntar argumentos suficientes sobre este assunto, mas pretendo me aprofundar mais, pq achei muito interessante.
Mas desde já gostaria de informar que gostei muito da posição da irmã, principalmente usando o argumento da realidade que vivemos aqui no Brasil, ser diferente de outros lugares.
Na minha humilde opinião, eu não vejo problemas de uma mulher ser pastora, caso ela consiga conciliar todos os aspectos ressaltados pela querida irmã autora do artigo.
Porém, o problema está justamente, nisto, como conciliar? Eu sou casado, e ainda não tenho filhos. Eu e minha esposa ambos trabalhamos, e um dos meus maiores receios de ter filhos é de responder a simples pergunta: Quem irá educá-los se ambos trabalhamos?
Fico imaginando uma mulher pastora tendo que conciliar todos estes aspectos citados, e ainda por cima ser “mãe” de uma congregação!
Se já é dificil cuidar de um ou dois filhos, imagina de mais de 100?
E falo isto pensando tb no caso dos homens!
Ser pastor é um ministério muito complexo e que deve ser avaliado com muito cuidado, oração e comprometimento!
Como a irmã bem citou, vemos problemas sérios relativos a ausência do pai pastor na criação dos filhos, imagina uma mãe pastora?
Enfim, acho que o problema recai no mesmo aspecto referente a emancipação da mulher.
Eu mesmo não duvido nem um pouco na capacidade das mulheres, já li diversos artigos sobre como as mulheres são melhores líderes do que os homens em diversos cargos em empresas no mundo todo.
Mas enfim… vendo todo o trabalho que a irmã White fez pela obra do Senhor, sendo mãe de muitos filhos, sofrendo inclusive com a perda de alguns deles, me pergunto, será que uma ordenação seria mesmo tão importante assim?
No mais, se a igreja como um todo chegar a um entendimento que isto é bom para a pregação do Evangelho e eu não duvido que seja, seria um desafio muito grande para as respectivas mulheres pastoras.
Mas se elas foram chamadas pelo Senhor, quem irá questionar? Ele capacita não é mesmo?
Grd abç aos leitores do blog!
Fiquem com Jesus
7 novembro 2011
Olá Wallace! Obrigada por sua visita!
Muito legal seu comentário. E ainda tem uma questão interessante – como conciliar a mulher ser a pastora do marido, quando ele deve ser a cabeça do lar? Uma mulher solteira e sem filhos pode muito bem ser pastora sim. Não esbarra em nenhum dos aspectos que apontei aqui no artigo como prejudiciais, mas se casada já é complicado, com filhos nem se fala!
Algumas pessoas ja argumentaram aqui sobre a mulher trabalhar fora o dia inteiro em outras profissões, e mesmo assim ter filhos. É importante pensarmos q o pastorado não é uma profissão, é um ministério. O pastor não trabalha 40 horas semanais, mas 24h por dia. Se as ovelhas precisam dele, ele deve estar à disposição. Não vejo, sinceramente uma esposa ou mãe de família nessas condições, mantendo uma família saudável! Nem um médico, que pode ser chamado no meio da noite a prestar atendimento, é tão requisitado como um pastor (estou falando de pastores que de fato trabalham por Cristo e suas ovelhas).
Bom.. opiniões diferentes sempre existirão! O importante é cada um concentrar-se em ouvir a voz de Deus. Eu recebi um chamado e para toda mulher Deus tem um chamado também!!
10 novembro 2011
Olá
Eu como estreante neste blog, quero vos dizer que conheço uma familia, que tanto a esposa como o esposo são pastores.
Um dia em conversa, perguntei à pastora como fazia com o seu menino, ela me disse nos momentos que tenho de sair o meu marido toma conta e vice versa.
Eles fazem a vida deles durante a semana, combinando um com o outro, estando sempre assim com o seu menino.
Beijinhos
11 novembro 2011
Olá Elisabete! Eles são pastores da IASD? Atuam aqui no Brasil?
Não tenho conhecimento de nenhum casal que a esposa do pastor seja pastora também. Até onde sei ainda não é dada a credencial no Brasil.
Mas você tocou num ponto importante. Uma coisa é a esposa ser pastora de seu marido (que biblicamente é o seu cabeça), outra coisa é ambos serem ministros do evangelho, trabalhando juntos! Se trabalham juntos muito possivelmente consegue elaborar uma carga horário que não prejudique a educação dos filhos. Já ouvi caso de casais de pastores, inclusive um casal que optou por não ter filhos para dedicar-se exclusivamente à obra.
Se a mulher é parceira no ministério, não gera conflito familiar. O problema (para o casal) é que ela seja “o pastor” e ele “a ovelha”.
Obrigada por sua visita e contribuição!
11 novembro 2011
O casal pastoral que conheço é de Portugal, como também eu sou.
15 novembro 2011
Ei Elisabete, foi sobre eles que ouvi mesmo, então!! =D
No Brasil desconheço a existência, e em Portugal, é possível que o ministério seja desempenhado de forma diferente daqui, haja visto a diferença cultural!
abrç
8 dezembro 2011
HUM! CONCORDO EM PARTE C/ ANNIE.E JÁ EXISTEM PASTORAS ADVENTISTAS E NÃO É DE AGORA + INDEPENDENTE DISSO,PODEMOS REALIZAR TD AQUILO Q/ NOS FOI DESIGNADO POR DEUS(COMPREENDO A VISÃO DE DEUS DA SEGUINTE FORMA: SE A MULHER É AUXILADORA PORQUE ELA TM QUE CUIDAR DE TD SOZINHA?CREIO Q/ ELA TEM Q/ AJUDAR O SE U ESPOSO NO Q/ FOR POSSÍVEL S/ PRECISAR ULTRAPASSAR SUA ORIGEM E ALÉM DO + O HOMEM NÃO TM FEITO SUA PARTE POR CONTA DISSO (ACHAR Q/ A MULHER É EMPREGADA)E MTS RELACIONAMENTOS COMEÇAM ERRADO E ACABAM MAL POR CONTA DISSO).POSSO GARANTIR Q/ NEM TDS TM O DOM DE COZINHAR BM + SIM O MARIDO ACABA COZINHANDO ATÉ MELHOR, ISSO NÃO VAI FAZER C/ Q/ O HOMEM DEIXE DE SER LÍDER EM SEU LAR(VENHAMOS E CONVENHAMOS TM HOMEM Q/ NÃO SABE LIDERAR O LAR E COMO CONSEQUÊNCIA DISSO ALGUÉM ACABA LIDERANDO S/ QUERER E SIM POR UMA FALTA DE ATITUDE DE QUEM O DEVERIA FAZER(Q/ FIQUE BM CLARO AUXILIAR É DIVIDIR AS TAREFAS E JÁ SÃO UM SÓ CORPO. ESPERO Q/ O HOMEM SE COLOQUE NO LUGAR DA MULHER COMO EMPREGADA,E NÃO ACEITARÁ + SE COLOQUE NO LUGAR DA MULHER AMADA E AUXILIADORA, CREIO SER ESSA A VISÃO DE DEUS.ALGUÉM PRECISA ESTUDAR + E SER + CAUTELOSO A RESPEITO DE COSTUMES E ÉPOCAS QUE EXISTEM EM ALGUNS VERSOS BÍBLICOS.
28 janeiro 2012
Mudança nos Planos de Deus
Teu desejo será para o teu marido, e ele te governará. E a Adão disse: … Maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Gên. 3:16 e 17.
Referiram-se a Eva a tristeza e a dor que deveriam dali em diante ser o seu quinhão. E disse o Senhor: “O teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.” Gên. 3:16. Na criação Deus a fizera igual a Adão. Se houvessem eles permanecido obedientes a Deus – em harmonia com Sua grande lei de amor – sempre estariam em harmonia um com o outro; mas o pecado trouxera a discórdia, e agora poderia manter-se a sua união e conservar-se a harmonia unicamente pela submissão por parte de um ou de outro.
Eva fora a primeira a transgredir; e caíra em tentação afastando-se de seu companheiro, contrariamente à instrução divina. Foi à sua solicitação que Adão pecou, e agora foi posta sob a sujeição de seu marido. Se os princípios ordenados na lei de Deus tivessem sido acariciados pela raça decaída, esta sentença, se bem que proveniente dos resultados do pecado, ter-se-ia mostrado ser uma bênção para o gênero humano; mas o abuso da supremacia assim dada ao homem tem tornado a sorte da mulher mui freqüentemente bastante amargurada, fazendo de sua vida um fardo.
Eva tinha sido perfeitamente feliz ao lado do esposo, em seu lar edênico; mas, semelhante às inquietas Evas modernas, lisonjeou-se com a esperança de entrar para uma esfera mais elevada do que aquela que Deus lhe designara. Tentando erguer-se acima de sua posição original, caiu muito abaixo da mesma. …
A Adão disse o Senhor: “Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela … no suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó, e em pó te tornarás.” Gên. 3:17-19.
Não era a vontade de Deus que o casal sem pecados conhecesse algo do mal. Livremente lhes dera o bem, e lhes recusara o mal. Mas, contrariamente à Sua ordem, haviam comido da árvore proibida, e agora continuariam a comer dela, isto é, teriam a ciência do mal, por todos os dias de sua vida. Desde aquele tempo o gênero humano seria afligido pelas tentações de Satanás. Em vez do trabalho feliz até então a eles designado, a ansiedade e a labuta seriam seu quinhão. Estariam sujeitos ao desapontamento, pesares, dor, e finalmente à morte. Patriarcas e Profetas, págs. 58 e 59.
Para mim é muito claro quando Deus disse que após o pecado houve uma mudança na condição do homem e da mulher, isso não quer dizer que os homens devem dominar sem amor e respeito suas mulheres.O que existe são diferenças de papel a serem desempenhadas pelo homem e pela mulher, na história pode até ter relato de mulheres na lideraça, mas esse não é o plano de Deus. Nós mulheres devemos estar satisfeitas com o papel que Deus quer que desempenhamos é um privilégio ser auxiliadora. Que Deus nos abençoe!!!
28 janeiro 2012
“Uma questão muita controversa dentro da igreja hoje é o assunto da ordenação de mulheres. Depois de tantos anos de opressão, o gênero feminino finalmente começou a conquistar o respeito da sociedade. Para muitos, porém, parece que apenas a igreja continua recusando às mulheres os seus direitos. Não servimos nós a um Deus justo? O que ensina a Bíblia? Embora homens e mulheres sejam iguais, cada um tem um papel diferente a desempenhar na obra de Deus.
Antes mesmo de discutir sobre os papéis dos gêneros dentro da igreja, há um alicerce importante que deve ser estabelecido – a fé. “A fé é esperar que a palavra de Deus fará o que diz, e depender desta palavra para fazer o que ela ensina.”1 Devemos depender completamente das Escrituras e estar dispostos a aceitar e aplicar qualquer verdade ensinada por ela.
Muitos afirmam que alguns princípios bíblicos não são mais aplicáveis em nossos dias devido à grande evolução que ocorreu na sociedade. Isso não pode ser assim, pois “o papel do Espírito Santo na inspiração das Escrituras assegura que os escritores da Bíblia não foram prisioneiros das estruturas opressivas de seus dias.”2
A inibição da ordenação de mulheres não apresenta nenhuma relação com a igualdade entre os gêneros. Tanto a Bíblia quanto o Espírito de Profecia são claros quanto ao fato de que os homens e as mulheres são iguais. Ambos foram criados à imagem de Deus (Gênesis 1:27). Ambos são redimidos (Gálatas 3:28) e ambos são co-herdeiros da graça (1 Pedro 3:7). “Ao criar Eva, Deus pretendia que ela não fosse nem inferior nem superior ao homem, mas em todas as coisas lhe fosse igual.”3
Essa igualdade, porém, não quer dizer que ambos os sexos exerçam a mesma função ou papel. Observe o exemplo de Coré. Ele disse a Moisés: “Basta-vos, pois, que toda a congregação é santa, todos são santos, e o SENHOR está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a congregação do SENHOR?” (Números 16:3). Toda nação de Israel era santa e igual aos olhos de Deus, mas o Senhor tinha especificadamente separado e ordenado Arão para exercer a função do sumo sacerdócio, e qualquer um que cobiçasse essa posição, cometia pecado. Foi por essa razão que Coré morreu (Números 16:32).
Alguns acreditam que as mulheres não podem exercer a função pastoral, mas podem ser anciãs. A Bíblia, no entanto, ensina que o papel dos anciãos é o mesmo dos pastores. Ambos representam autoridade de liderança na igreja (Atos 20:17, 28). Ambos necessitam das mesmas qualificações. As qualificações de um pastor encontram-se em 1 Timóteo 3:1-7 e as de um ancião estão registradas em Tito 1:5-9. Um dos requisitos tanto para o pastor quanto para o ancião é ser “marido de uma mulher…” (1 Timóteo 3:2). Lembre-se de que na Bíblia não há informação insignificante.
O modelo do lar pode ajudar-nos a entender melhor os papéis dos gêneros na igreja. O marido é o ministro da família. Os maridos representam “a relação de Cristo para com Sua igreja.”4 De acordo com 1 Pedro 5:1-4, esse é o mesmo papel desempenhado pelos pastores e anciãos na igreja. A Bíblia declara: “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25). Assim como Cristo é a cabeça da igreja, e o marido é a cabeça do lar, as funções de autoridade dentro da igreja devem ser ocupadas por homens. “Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” (1 Timóteo 3:5).
Embora o homem deva ser o regente do lar, o esposo e a esposa são interdependentes. “Todavia, nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem, no Senhor” (1 Coríntios 11:11). A interdependência não pode existir a não ser que ambos partidos se complementem com suas qualidades e funções diferentes. Deus tem uma obra especial designada às mulheres, mas “em seu desejo de uma esfera mais elevada, muitas tem sacrificado a verdadeira dignidade feminil, e a nobreza de caráter, e deixam por fazer precisamente o trabalho que o Céu lhes designou.”5
No lar, tanto o pai quanto a mãe são importantes, embora não exerçam o mesmo papel. Na igreja ocorre o mesmo. Assim como a mãe realiza um trabalho que o pai não pode realizar, da mesma forma as mulheres no seio da igreja realizam um trabalho que os homens não podem suprir. A respeito das mulheres que se dedicam à causa de Deus, foi-nos revelado: “O Salvador fará refletir a luz de Seu rosto sobre essas abnegadas mulheres, e dar-lhes-á poder que ultrapassa ao dos homens. Elas podem fazer nas famílias uma obra que os homens não podem fazer, obra que alcança a vida íntima. Podem chegar bem perto do coração daqueles que estão além do alcance dos homens. Seu trabalho é necessário.”6
Muitas vezes, não é fácil adotar a guia escritural acerca dos papéis dos gêneros na igreja devido à maneira que nossa mente foi condicionada a pensar. A fé, porém, não tem relação alguma com sentimentos ou direitos supostos. “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a Si mesmo tomando a forma de servo, fazendo-Se semelhante aos homens” (Filipenses 2:5-7). Cristo, o Criador e Redentor, sabe quais papéis cada gênero deve desenvolver a fim de ser feliz.
1 A.T. Jones e E.J. Waggoner, Lessons on Faith (Brushton: TEACH services, Inc., 1995), p. 8.
2 Samuel Koranteng-Pipim, Serching the Scriptures (Berrien Springs: Adventists Affirm, 1995), p. 64.
3 Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002), v. 3, p. 484.
4 Ellen G. White, O Lar Adventista (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996), p. 117.
5 Ellen G. White, Patriarcas e Profetas (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996), p. 59.
6 Ellen G. White, Evangelismo (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1997), p. 464.