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Francine Bell, Mulher Adventista

2 setembro 2009 Participe, deixe seu comentário

francine bellSer adventista do sétimo dia poderia ser um empecilho para qualquer mulher nos dias de hoje, menos para Francine Bell. Modelo, atriz, mãe, esposa, cantora, compositora , artista, e mais recentemente escritora do livro Lights! Camera! Action! (Luz! Câmera! Ação!) que proporciona às pessoas estratégias para superar os problemas da sociedade moderna através de informações práticas adquiridas a partir sua vasta experiência pessoal.

Francine é uma mulher com muitos papéis. Mas se a mesma for convidada para se resumir ela irá se intitula: “filha de Deus, princesa e filha do rei”. Diferente do que muitos pensam, é possível ser do meio artístico e ser Adventista do Sétimo Dia, como afirma Bell: “Minha fé determina tudo para mim. Eu oro sobre toda a oportunidade de trabalho e não faço nada que possa comprometer a minha fé”. [...]“Se o Sábado é um problema para o meu empregador em perspectiva, eu simplesmente não faço o trabalho”, afirmou Bell. “Eu assumo que deve haver algum problema relativo a esse trabalho do qual Deus está me protegendo”.

Nascida no Brooklyn, Nova York, e com 13 irmãos, perdeu a sua mãe aos 7 anos de idade e foi morar com sua avó já que seu pai era fuzileiro da marinha mercante e passava pouco tempo com ela. Já aos 19 anos perdeu sua avó, que foi quem a ensinou aos seus irmãos como ser cristãos. “Eu sempre tive um desejo real de Deus na minha vida”, lembra ela, “a leitura da Bíblia, embora eu não entendia o que estava lendo ou onde eu deveria ler.” Sua avó também ensinou a Bell a ir a igreja, onde começou a cantar aos cinco anos”. A inspiração para a minha música gospel agora decorre aqueles dias de cantar na igreja”, diz ela. A música a levou a Escola Superior de Música e Arte, da Escola de Nova York onde aprendeu músicas eruditas de origem italiana, alemã, francesa, entre outras.

Como modelo Bell recebeu vários convites, incluindo fotografar para a revista Playboy. Entretanto, um a morte súbita de um namorado a fez mudar de vida. “Ele balançou meu mundo, porque ele não era velho e me fez questionar se eu estava fazendo o que eu queria na minha vida”. Depois de três meses da morte de seu namorado, com 52 dólares e um bilhete de ida, Francine foi para Paris onde foi descoberta por Jacques Martin, na sede da Dansant, realizou alguns shows e gravou seu primeiro álbum. Entretanto, todo o luxo e fama que a cercavam não foi suficiente para satisfazer o seu coração e até pensou e se suicidar. “Mas nós somos seres humanos com emoções humanas. Depois que você deu o seu melhor no palco, você vai para casa esgotado e querer alguém para dar a volta para você. Mas como uma única mulher na época, não havia ninguém lá para mim.” Foi nessa época que ela acompanhou uma amiga a uma reunião realizada na Igreja Adventista do Sétimo dia.

Após um tempo Francine decidiu se tornar um adventista do sétimo dia, uma decisão que “quase matou a minha carreira.” Sua determinação em acompanhar o quarto mandamento da Bíblia, para manter o sétimo dia santo significava que ela não iria trabalhar aos sábado, o que a fez parar alguns trabalhos. “Deus realmente me humilhou durante esse tempo”, diz ela. “Com a minha renda secando, eu tive que aprender coisas como digitar e trabalhou em relações com os clientes. Mas acabei segurando apertado a Deus, como uma criança faz a perna de um dos pais quando eles estão assustados”. Sua vida profissional melhorou, e Bell atualmente leciona Atuação e Performance no Conservatório de Música da Universidade de Newcastle, também na Austrália. Ela ganhou um papel no filme “Matrix Revolutions”, sequência da série “Matrix”.

Fonte: http://www.signsofthetimes.org.au/archives/2007/may/article11.shtm

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