O segredo da união no trabalho de Deus!

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[…] Mas nós temos a mente de Cristo.” I Cor. 2:16

Se eu perguntasse que coisas são essenciais para a realização do trabalho de Deus, certamente alguns me responderiam, entre outras coisas, a união de seus filhos ou mordomos. Podemos dizer que a união é “o segredo” do sucesso na causa de Deus, afinal de contas, quando os filhos de Deus se unem e trabalham em unidade, o Espírito de Deus pode atuar e o evangelho deixa de ser apenas palavras para se tornar realidade na vida do povo de Deus.

Apesar de a união ser um segredo, sim, de sucesso no trabalho, ainda nos atrapalhamos nesse assunto. É por isso que departamentos trabalham  desunidos, e muitas vezes se atropelam ao longo do ano nas igrejas. É por isso que existem as panelinhas e uma espécie de “partidos políticos” entre o chamado povo de Deus. É por isso que pessoas discordam entre si e desenvolvem problemas de relacionamento uns com os outros enquanto discutem planos para o avanço da obra. Que contradição!

Mas… se todos estamos buscando aperfeiçoar o trabalho, por que tanta colisão, tanta discórdia e tanto problema?

“Nosso caráter tem que ser moldado de conformidade com o caráter dEle, nossa vontade tem que ser rendida à Sua. Então trabalharemos juntos sem um pensamento de colisão.” Conselhos Para a Igreja, p. 44.

Está aqui a resposta. Nosso caráter não está completamente rendido ao de Jesus, e nossa vontade não está totalmente rendida à dEle, de modo que cada um de nós se guia por sua própria consciência, mesmo quando o assunto é espiritual. Não podemos confiar em nossos gostos e convicções pessoais quando falamos em trabalhar pela causa de Deus. Se a causa é de Deus, se a obra é dEle, precisamos trabalhar segundo o Seu gosto e as Suas convicções. O texto citado acima nos revela o segredo para termos união e unidade no trabalho – um caráter moldado à semelhança do de Cristo.

Que possamos buscar individualmente a transformação que tanto precisamos. Permitamos a Deus moldar nosso caráter à semelhança do de Jesus, então teremos Igrejas poderosas, trabalhando com a mente de Cristo e o poder do Espírito!

1 comentário


  1. Que o Amor do Mestre nos transforma…
    Seja constante o amor fraternal. Heb. 13:1.
    Nenhum membro da família se pode encerrar em si mesmo. … Caso esteja cheio do amor de Cristo, manifestará cortesia, bondade, terna consideração para com os sentimentos dos outros, e comunicará aos que com ele convivem, por seus atos de amor, sentimentos brandos, gratos e felizes. Tornar-se-á patente que ele vive para Jesus, e aprende diariamente a Seus pés, recebendo-Lhe a luz e a paz. The Youth’s Instructor, 22 de junho de 1893.
    O mais meticuloso cultivo das propriedades externas da vida não é suficiente para limar toda a irritabilidade, aspereza nos juízos e inconveniência nas palavras. O verdadeiro refinamento não se revelará jamais, enquanto nos considerarmos a nós mesmos como o objeto supremo. O amor deve residir no coração. O cristão verdadeiro tira seus motivos de ação do profundo amor pelo Mestre. Do amor a Cristo brota o interesse abnegado por seus irmãos.
    De todas as coisas que se buscam, acariciam e cultivam, coisa alguma há, tão valiosa aos olhos de Deus, como um coração puro, a disposição impregnada de reconhecimento e paz.
    Caso exista no coração a divina harmonia da verdade e do amor, resplandecerá em palavras e ações. … O espírito de genuína beneficência deve habitar no coração. O amor dá graça, propriedade e modéstia na conduta daquele que o possui. O amor ilumina o semblante e suaviza a voz; enobrece e eleva a inteira personalidade. Põe-na em harmonia com Deus; pois é um atributo celeste. O Lar Adventista, págs. 425 e 426.
    Não permitais que o egoísmo viva no coração ou encontre abrigo no lar. … Quando todos são membros da família real, haverá delicadeza na vida do lar. Todo o membro da família procurará torná-lo agradável para cada um dos outros membros. Orientação da Criança, pág. 143.
    Shalon…

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