Tempo de provas

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Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina. […] Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. Efésios 4:14, 15

O Senhor pede a Seu povo que desenvolva os talentos que lhes tem concedido. As faculdades mentais devem ser desenvolvidas ao máximo; devem ser fortalecidas e enobrecidas mediante o demorar-se em verdades espirituais. Se a mente é permitida ocupar-se quase inteiramente em coisas frívolas e em negócios comuns da vida cotidiana, ela, de acordo com uma de suas invariáveis leis, se tornará débil e frívola, e deficiente em poder espiritual.

Estão justamente diante de nós tempos que irão provar o coração dos homens, e os que são fracos na fé não resistirão à prova daqueles dias de perigo. As grandes verdades da revelação devem ser estudadas cuidadosamente, pois todos teremos necessidade de um conhecimento inteligente da Palavra de Deus. Mediante o estudo da Bíblia e a diária comunhão com Jesus alcançaremos pontos de vista claros, bem definidos, da responsabilidade individual e a força necessária para subsistir no dia da prova e da tentação. Aquele cuja vida está unida a Cristo por elos ocultos será guardado pelo poder de Deus, mediante a fé para salvação.

Mais atenção deve ser dada às coisas divinas, e menos a assuntos temporais. O crente professo, amante do mundo, se utilizar a mente nessa direção, pode tornar-se tão familiarizado com a Palavra de Deus como o é hoje com os negócios do mundo. “Examinais as Escrituras”, disse Cristo, “porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam” (Jo 5:39).

Requer-se do cristão que seja diligente em examinar as Escrituras lendo e relendo sempre as verdades da Palavra de Deus. A ignorância voluntária neste assunto põe em perigo a vida e o caráter cristãos. Cega o entendimento e corrompe as faculdades mais nobres. É isso que traz confusão à nossa vida. Nosso povo precisa compreender a Palavra de Deus. Muitos carecem de um conhecimento sistemático dos princípios da verdade revelada, que os habilitará para o que há de vir sobre a Terra e os impedirá de serem desviados por algum vento de doutrina (T5, p. 272, 273).

Fonte: Ellen White, Meditação Matinal Jesus Meu Modelo, 15/04/2009

2 Comentários


  1. Oi irmã Karine!Deus a abençoe!
    O seu tema de hoje me fez aludir este título:
    “Cegos em convicções próprias neste tempo de prova”
    Jesus disse: “Eu vim a este mundo para julgamento, afim de que os cegos vejam e os que veem se tornem cegos” João 9:39.
    Quando Jesus curou um cego, muitos dos que testemunharam chegaram a duvidar dEle. Não conseguiam acreditar naquele milagre,pois, como um cego de nascença poderia, de repente, passar a ver novamente?
    Aqueles fariseus dizendo-se conhecedores da Lei de Deus, de imediato procuraram acusar a Jesus Cristo como transgressor do Santo Sábado em lugar de reconhecê-lo como o verdadeiro filho de Deus. O milagre fora feito. O cego viu, mas, para àqueles fariseus era impossível, face àquele cego ser tão pecador (eles não se julgavam pecadores) quanto qualquer pessoas.
    Eles achavam que conheciam tudo sobre o Deus Eterno, mas Jesus lhes mostrara que agiam feitos cegos: viam as obras de Deus, mas não acreditavam nelas. Preferiram tentar provar que Jesus era um farsante do que crer nele como o Messias que haveria de vir ao mundo. Jesus fora enviado pelo Pai para “pregar as boas novas aos pobres…proclamar liberdade aos presos e dar vistas aos cegos (vê-los enxergar), para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor” (Luc.4:18 e 19); ou seja: veio para àqueles que quisessem ver, cressem nEle e recebessem a Vida Eterna de Deus.
    Jesus sabia que sua vinda, tanto naquele tempo, assim como na manifestação de sua vinda, deixaria muitas pessoas confusas, “cegas” em suas próprias convicções e, até no seio de seu povo, a semelhança “daqueles para o qual Ele veio, mas os “seus” não receberam” João 5:43.
    É facílimo demais condenar fariseus e os judeus (os fiéis depositários dos oráculos de Deus para aquele tempo) por suas cegueiras espirituais, mas, e nós? O povo da verdade? A igreja das três mensagens – o Evangelho do Reino Eterno? Não tem sido esta maneira de também agirmos? Cegos nas nossas próprias consecuções pessoais e mundanas? Quando apelamos a ciência para explicar a cura de doenças, o surgimento do universo, as mudanças atuais no clima e intempérie do tempo, as coincidências cotidianas…Deixamos de sermos gratos e de glorificarmos a Deus, reconhecendo-o como o Senhorio sobre tudo e todos, para atribuir o que nos acontece por acaso, à bondade dos outros ou às nossas próprias capacidades, não estamos agindo como cegos?
    Abramos logo nossos olhos para reconhecermos a ação de nosso Deus neste mundo e em nossas vidas.
    Negligenciar a bondade, misericórdia, a Justiça e a Graça de Jesus, é a pior de todas as cegueiras.
    Olhemos para Jesus, nossa Luz, para que as trevas satânicas deste mundo não nos ofusque ao ponto de perdermos a claridade que nos permitirá guiar-nos aos céus. Amém

    Responder

  2. Oi irmã Karine! Deus a abençoe!
    O seu tema de hoje me fez aludir este título:
    “Cegos em convicções próprias neste tempo de prova”
    Jesus disse: “Eu vim a este mundo para julgamento, afim de que os cegos vejam e os que veem se tornem cegos” João 9:39.
    Quando Jesus curou um cego, muitos dos que testemunharam chegaram a duvidar dEle. Não conseguiam acreditar naquele milagre, pois, como um cego de nascença poderia, de repente, passar a ver novamente?
    Aqueles fariseus dizendo-se conhecedores da Lei de Deus, de imediato procuraram acusar a Jesus Cristo como transgressor do Santo Sábado em lugar de reconhecê-lo como o verdadeiro filho de Deus. O milagre fora feito. O cego viu, mas, para àqueles fariseus era impossível, face àquele cego ser tão pecador (eles não se julgavam pecadores) quanto qualquer pessoas.
    Eles achavam que conheciam tudo sobre o Deus Eterno, mas Jesus lhes mostrara que agiam feitos cegos: viam as obras de Deus, mas não acreditavam nelas. Preferiram tentar provar que Jesus era um farsante do que crer nele como o Messias que haveria de vir ao mundo. Jesus fora enviado pelo Pai para “pregar as boas novas aos pobres…proclamar liberdade aos presos e dar vistas aos cegos (vê-los enxergar), para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor” (Luc.4:18 e 19); ou seja: veio para àqueles que quisessem ver, cressem nEle e recebessem a Vida Eterna de Deus.
    Jesus sabia que sua vinda, tanto naquele tempo, assim como na manifestação de sua vinda, deixaria muitas pessoas confusas, “cegas” em suas próprias convicções e, até no seio de seu povo, a semelhança “daqueles para o qual Ele veio, mas os “seus” não receberam” João 5:43.
    É facílimo demais condenar fariseus e os judeus (os fiéis depositários dos oráculos de Deus para aquele tempo) por suas cegueiras espirituais, mas, e nós? O povo da verdade? A igreja das três mensagens – o Evangelho do Reino Eterno? Não tem sido esta maneira de também agirmos? Cegos nas nossas próprias consecuções pessoais e mundanas? Quando apelamos a ciência para explicar a cura de doenças, o surgimento do universo, as mudanças atuais no clima e intempérie do tempo, as coincidências cotidianas…Deixamos de sermos gratos e de glorificarmos a Deus, reconhecendo-o como o Senhorio sobre tudo e todos, para atribuir o que nos acontece por acaso, à bondade dos outros ou às nossas próprias capacidades, não estamos agindo como cegos?
    Abramos logo nossos olhos para reconhecermos a ação de nosso Deus neste mundo e em nossas vidas.
    Negligenciar a bondade, misericórdia, a Justiça e a Graça de Jesus, é a pior de todas as cegueiras.
    Olhemos para Jesus, nossa Luz, para que as trevas satânicas deste mundo não nos ofusque ao ponto de perdermos a claridade que nos permitirá guiar-nos aos céus. Amém

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