Estudo sobre “Justificação pela Fé”

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Reiteradas vezes tem sido apresentado a mim o perigo de, como um povo, nutrir falsas ideias da justificação pela fé. Durante anos tem sido mostrado a mim que Satanás trabalharia de maneira especial para confundir a mente quanto a esse ponto. A lei de Deus tem sido considerada longamente. Ela tem sido apresentada às congregações de modo quase tão destituído do conhecimento de Jesus Cristo e de Sua relação para com a lei como ocorreu com a oferta de Caim. Foi-me mostrado que muitos se conservam longe da fé devido às ideias embaralhadas e confusas acerca da salvação, e porque os pastores têm trabalhado de maneira errônea para alcançar os corações. O ponto que durante anos tem sido recomendado com insistência à minha mente é a justiça imputada de Cristo […]
Não há um ponto que necessite ser realçado com mais diligência, repetido com mais frequência ou estabelecido com mais firmeza na mente de todos, do que a impossibilidade de o homem caído merecer alguma coisa por suas próprias e melhores boas obras. A salvação é unicamente pela fé em Jesus Cristo” (Ellen G. White, Fé e Obras, p. 18, 19).

O Espírito de Profecia é claro quanto ao interesse de Satanás em tornar confusa a compreensão do assunto da “Justificação pela Fé”. O quanto você compreende sobre esse assunto? Como harmonizar o texto acima, do livro “Fé e Obras” com os textos a seguir do livro “Reavivamento Verdadeiro” (EGW)?

Sem contínuo esforço e atividade constante, não pode haver progresso nem ganho da coroa da vitória.” (p. 51)

Ninguém será levado para o alto sem árduo e perseverante esforço.” (p. 52)

Muitos acreditam que compreendem bem o assunto da “Justificação pela Fé”, no entanto, não é isso que se percebe quando se acompanha discussões sobre o assunto. Esse assunto tem sido cada dia menos entendido em todo o mundo cristão, e isso é de grande interesse de Satanás.

Gostaríamos de convidar você a estudar conosco sobre esse tema tão importante, amanhã (dia 21/10/2011), às 19h (horário de Brasília), em nosso grupo de estudos online.

Para participar:

  • Conecte-se conosco através do link:  http://bit.ly/nCjqRx
  • Entre como “convidado”, colocando seu nome e sobrenome.

7 Comentários


  1. Eu não poderei participar da reunião, mas tenho certeza absoluta de que será tremendamente abençoada. Esse tema é fantástico de fato, e sua compreensão tem poder de reavivar a igreja a conduzindo também à reforma espiritual.

    Deus abençoe imensamente!

    Graça e Paz


  2. Irmã e amiga Karine, lamento não poder participar, uma vez que estou envolvido em conferência e justamente no horário especificado estarei em visitações de interessados.
    Entretanto, permita-me a luz das Sagradas Escrituras e sob a orientação do Espírito Santo, expor, a título de colaboração para nossos discernimentos espirituais, visando desta forma, nossa edificação em Cristo.
    Inúmeras formam às vezes em que ouvi exclamações a respeito de que a Igreja Adventista do Sétimo Dia, pregam que a salvação é pela obediência a Lei de Deus.
    Nascido em lar adventista, onde meus pais, fiéis estudantes da verdade e do Espírito de Profecia – Os Testemunhos de Jesus Cristo – imprimiram em nós, seus filhos, às claras verdades da salvação pela Graça de Jesus, mediante a fé nEle.
    Os Adventistas do Sétimo Dia não creem na salvação pelas obras da lei e, sim, creem na salvação pela Graça de Cristo, por meio da fé em Jesus Cristo, conforme Efésios 2:8, entendendo ainda, que também cremos que uma vez perdoados e justificados pelos méritos salvívicos de Cristo (Romanos 5:1), passamos a guardar/obedecer os mandamentos de Deus, pois a fé sem às obras do Espírito Santo em nossas vidas proveniente da obediência, é morta (Tiago 2:17).
    Na leitura de Gálatas 3:10, encontramos a primeira frase-chave do texto em questão: “Obras da Lei”.
    1º. Obras, é tradução do vocábulo grego “érgon”, e significa: negócio, serviço, ato, ação, algo feito;
    2º. Lei, do grego “nómos”, e significa: costumes, lei, preceito, leis mosaicas, o Pentateuco e os livros do AT.
    Esta lei era o título que geralmente os judeus aplicavam nos dias do Novo Testamento, aos escritos de Moisés, conforme Lucas 24:44.
    Os judeus esforçaram-se para observar cada detalhe das leis que receberam – moral, cerimonial e civil -, esta última, não foi fator de discussão em Gálatas 3:10 e, na melhor das hipóteses, os judeus conseguiam apenas uma justiça legal e não a verdadeira justificação diante de Deus, cuja justificação só é alcançada pela fé nos méritos de Cristo, conforme Gálatas 2:16.
    Mas qual é o problema de às vezes, a Lei de Deus – seus Mandamentos – serem apresentada às congregações de modo quase tão destituído do conhecimento de Jesus Cristo e de Sua relação para com a mesma?
    A dificuldade estar em alguns não entenderem a verdadeira função da Lei Moral – Os Dez Mandamentos – na vida do crente salvo pela Graça de Cristo e, assim, criam confusão quando Paulo à Epístola aos Romanos diz que “ninguém será justificado diante dEle por obras da lei” (Romanos 3:20) e, em seguida ele diz que: “A Lei é Santa; e o mandamento santo, justo e bom”, conforme ainda Romanos 7:12.
    Gálatas 3:10 deve ser analisado no contexto geral da Epístola aos Gálatas, que trata do esforço de Paulo em lutar contra os judaizantes – judeus cristãos que pregavam, tanto a guarda da lei, incluindo a Lei Cerimonial e também a prática da Circuncisão (gal.5:2,3,6,11 e 6:12,13 e 15) como necessárias à justificação diante de Deus.
    Portanto, enquanto Paulo esforçava-se para ensinar que a justificação e salvação era e são pela Graça de Cristo mediante a fé que leva á prática da obediência aos mandamentos de Deus, aqueles judaizantes enfatizavam a justificação pela prática de normas e costumes.
    É de bom alvitre verificar que há um paralelo com a Epístola de Gálatas (aos irmãos santos das Igrejas de Galácia) e Epístola aos Romanos (aos amados chamados santos que estavam em Roma), sobre a justificação pela fé, portanto, exigindo-se um estudo isento de preconceitos e obedecendo-se os princípios hermenêuticos básicos, onde é mostrado que a atitude de Paulo era ser contrário ao mau uso da lei, neste aspecto, a Lei de Deus, quanto ao uso da mesma como critério de salvação.
    Na sua época, às pessoas achavam que cumprindo seus preceitos, sem atentar para a base dos mandamentos – o amor, misericórdia e justiça – seriam salvas, deixando, desta forma de lado, a pessoa de Jesus Cristo e seu sacrifício sem importância na salvação delas.
    Desta forma aderiram-se ao ledo engano de acharem-se livre da prática dos princípios da lei e por conseguinte, tornaram-na em mandamentos mortos, levando-os em si a desobediência.
    O apóstolo Paulo, também em nenhum momento pregou salvação pela lei, mas, o que ele enfatizava é que aqueles que guardam e obedecem a lei, o fizeram e o faz, após terem uma experiência de Salvação por Jesus e por sua Graça.
    Quando Paulo diz: “Qualquer que observar os seus preceitos por eles viverá” Gálatas 3:12, está também ele dizendo que, sem a Graça de Cristo ninguém consegue isso.
    O papel da Lei de Deus é apontar pecado, condenar o pecado praticado pelo o pecador (Romanos 3:19 e 20),e, ao sentir o pecador condenado, deve o pecador ir a Cristo, não a Lei. É Cristo que através de sua Graça e seu sangue que faz propiação pelos pecados e justifica-o diante do Pai, dando-lhe assim poder para obedecer a Lei de Deus.
    O erro dos judeus foi justamente não compreenderem o papel da Lei e, seria também o erro de alguns adventistas hoje?
    Os fatores deste erro foi acharem que podiam guardar e obedecer a Lei por seus próprios esforços; pensavam que, ao guardá-la, teriam méritos para a salvação.
    A atitude de salvação mediante a lei por parte dos judeus nos faz pensar em algo muito importante: “Ainda que, se a justificação fosse por obras da Lei, jamais a alcançaríamos, pois mesmo às nossas boas obras seriam, são e é imperfeitas, pois são praticadas por pessoas imperfeitas.
    Nossa esperança de justificação baseia-se na justificação pelos méritos sagrados da pessoa de Jesus Cristo e não pelos nossos.
    Portanto, para nós os Adventistas do Sétimo Dia, guardar e obedecer a Lei de Deus, não é e nem pregamos que seja um meio de salvação ou justificação, mas uma consequência da salvação em Jesus Cristo, pois somos justificados gratuitamente pela sua Graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Romanos 3: 24.
    Que amanhã, às 19:00hs, ao estarem reunidos neste estudo, possa eu ter contribuído através desta mensagem, é o meu desejo e oração no senhor Jesus Cristo.
    Amém!!!


  3. TB NAO POSSO PARTICIPAR, POR CAUSA DE DIFERENÇA HONORARIO AQUI JA TARDE, MAS QUE DEUS TOME DIREÇOES DE TUDO


  4. Boa noite feliz sábado Karine não posso participar,mas que o Espirito Santo esteja sempre com vc.
    Só podemos ser justificado pela fé em Jesus Cristo,quando aceitamos Jesus Cristo como Senhor e salvador de nossas vidas os nossos pecados são perdoados.somente aceitando o que Deus fez por nós em Cristo os pecadores podem ser justificados diante dEle.que o Espirito Santo aumente a nossa fé em Jesus Cristo .pois Jesus disse em JO: 11:25:Eu Sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim ainda que esteja morto viverá;


  5. Que a Paz de nosso Senhor Jesus Cristo esteja em nossos corações.
    “ Como foi completo o sacrifício feito em nosso favor, assim deve ser a nossa restauração do aviltamento do pecado. Nenhum ato de impiedade será desculpado pela lei de Deus; injustiça alguma lhe pode escapar à condenação. A ética evangélica não reconhece nenhuma norma senão a perfeição do caráter divino. A vida de Cristo foi um perfeito cumprimento de todo preceito da lei. Ele disse: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai.” João 15:10. Sua vida é nosso exemplo de obediência e serviço.” A Ciência do Bom Viver Pág:451,452.
    “ Na época atual, a Igreja precisa vestir suas belas vestes – “Cristo, justiça nossa”. Há distinções claras e precisas a serem restauradas e expostas ao mundo, exaltando-se acima de tudo os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. A beleza da santidade deve aparecer em seu brilho natural, em contraste com a deformidade e trevas dos que são desleais, daqueles que se revoltam contra a lei de Deus. Assim reconhecem a Deus, e a Sua lei – fundamento de Seu governo no Céu e em todos os Seus domínios terrestres. Sua autoridade deve ser conservada distinta e clara perante o mundo; e não ser reconhecida lei alguma que esteja em oposição às leis de Jeová. Se, em desafio às disposições divinas, for permitido ao mundo influenciar nossas decisões ou ações, o propósito de Deus será frustrado. Se a Igreja vacilar aqui, por mais enganador que seja o pretexto apresentado para tal, contra ela haverá, registrada nos livros do Céu, uma quebra da mais sagrada confiança, uma traição ao reino de Cristo. A Igreja tem que manter seus princípios perante todo o Universo celeste e os reinos deste mundo, de maneira firme e decidida; uma inabalável fidelidade na manutenção da honra e da santidade da lei de Deus, despertará a atenção e admiração do mundo, e muitos, pelas boas obras que contemplarem, serão levados a glorificar nosso Pai celestial. Os que são leais e verdadeiros, são portadores de credenciais do Céu e não dos potentados da Terra. Todos os homens saberão quem são os escolhidos e fiéis discípulos de Cristo, e os conhecerão quando forem coroados e glorificados como hão de ser os que honraram a Deus, e a quem Ele honrou, tornando-os possuidores de um peso eterno de glória.” A Igreja Remanescente Pág:13.
    As obras são frutos de nossa fé, para refletir ao mundo a justiça de Cristo e mostrar que estamos ligados a videira.
    O próprio Mestre nos adverte “Pelos seus frutos os conhecereis. A arvore que não ter frutos será cortada e lançada fora.”
    “ A igreja apóstata unir-se-á com os poder da Terra e do inferno, para colocar o sinal da besta sobre a fronte ou sobre a mão, e persuadir os filhos de Deus a adorar a besta e sua imagem. Eles procurarão compeli-los a renunciarem sua lealdade à lei de Deus e a prestarem homenagem ao papado. Então virão os tempos que provarão a alma dos homens; pois a confederação da apostasia e dirá que os leais súditos de Deus renunciem à lei de Jeová e repudiem a verdade de Sua Palavra. O ouro será então separado da escória, e tornar-se-á patente quem são os piedosos, que são leais e sinceros, e quem são os desleais, a escória e o ouro. Que nuvens de palha serão então arrebatadas pelo abanador de Deus! Onde agora nossas olhos só conseguem discernir ricos montões de trigo, a palha será expelida pelo sopro do abanador de Deus. Todos os que não estão centralizados em Cristo deixarão de resistir à prova e ao transe daquele dia. Enquanto os que se acham revestidos da justiça de Crista permanecerão firmes à verdade e ao dever, os que confiaram em sua própria justiça arregimentar-se-ão sob o negro estandarte do príncipe das trevas. Ver-se-á então se a preferência é por Cristo ou por Belial. Os que têm duvidado de si mesmos, tendo sido colocados em tais circunstâncias que não se atreveram a enfrentar o estigma e o opróbrio, pronunciar-se-ão afinal abertamente em favor de Cristo e Sua lei; ao passo que muitos que pareciam ser árvores viçosas, mas não têm produzido fruto, acompanha multidão para praticar o mal, e receberão o sinal da apostasia na fronte ou na mão. RH, 08-11-1892.” Maranata! – Meditação Matinal-Pág:202
    “Cristo foi obediente a todos os reclamos da lei. De Si mesmo, disse: “Deleito-Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; sim, a Tua lei está dentro do Meu coração.” Sal. 40:8. Quando esteve na Terra, disse aos discípulos: “Tenho guardado os mandamentos de Meu Pai.” João 15:10. Por Sua obediência perfeita tornou possível a todo homem obedecer aos mandamentos de Deus. Ao nos sujeitarmos a Cristo, nosso coração se une ao Seu, nossa vontade imerge em Sua vontade, nosso espírito torna-se um com Seu espírito, nossos pensamentos serão levados cativos a Ele; vivemos Sua vida. Isso é o que significa estar trajado com as vestes de Sua justiça. Quando então o Senhor nos contemplar, verá não o vestido de folhas de figueira, não a nudez e deformidade do pecado, mas Suas próprias vestes de justiça que são a obediência perfeita à lei de Jeová.
    Os convidados às bodas foram inspecionados pelo rei. Só foram aceitos os que obedeceram aos seus requisitos e usaram o vestido nupcial. Assim ocorre com os convidados para a ceia do evangelho. Todos são examinados pelo grande Rei, e só serão recebidos os que trajarem as vestes da justiça de Cristo.
    Justiça é fazer o bem, e é pelos atos que todos serão julgados. Nosso caráter é revelado pelo que fazemos. As obras mostram se a fé é genuína.
    Não é bastante crermos que Jesus não é um impostor, e a religião da Bíblia não é uma fábula artificialmente composta. Podemos crer que o nome de Jesus é o único debaixo dos Céus pelo qual devemos ser salvos, e contudo podemos não torná-Lo pela fé nosso Salvador pessoal. Não é bastante crer na teoria da verdade. Não é bastante fazer profissão de fé em Cristo, e ter nosso nome registrado no rol da igreja. “Aquele que guarda os Seus mandamentos nEle está, e
    Ele nele. E nisto conhecemos que Ele está em nós: pelo Espírito que nos tem dado.” I João 3:24. “E nisto sabemos que O conhecemos: se guardarmos os Seus mandamentos.” I João 2:3. Esta é a evidência genuína da conversão. Qualquer que seja nossa profissão, nada valerá se Cristo não for revelado em obras de justiça.
    A verdade deve estar plantada no coração. Deve dirigir o espírito e regular as afeições. Todo o caráter deve ser estampado com a expressão divina. Cada jota e cada til da Palavra de Deus deve ser introduzido na vida diária.
    Aquele que se torna participante da natureza divina estará em harmonia com o grande padrão de justiça de Deus, Sua santa lei. Esta é a norma pela qual Deus mede as ações do homem. E esta será também a pedra de toque do caráter no juízo.
    Muitos há que dizem que na morte de Cristo a lei foi revogada, mas nisto contradizem as próprias palavras de Cristo: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas. … Até que o céu e a Terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei.” Mat. 5:17 e 18. Foi para expiar a transgressão da lei pelo homem que Cristo depôs Sua vida. Pudesse a lei ser mudada ou posta de lado, Cristo não precisaria ter morrido. Por Sua vida na Terra, honrou a lei de Deus. Por Sua morte, estabeleceu-a. Deu Sua vida como sacrifício, não para destruir a lei de Deus, não para criar uma norma inferior, mas para que a justiça fosse mantida, para que fosse vista a imutabilidade da lei e permanecesse para sempre.
    Satanás declarara que era impossível ao homem obedecer aos mandamentos de Deus; e é verdade que por nossa própria força não lhes podemos obedecer. Cristo, porém, veio na forma humana, e por Sua perfeita obediência provou que a humanidade e a divindade combinadas podem obedecer a todos os preceitos de Deus.
    “Mas a todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu nome.” João 1:12. Este poder não está no instrumento humano. É o poder de Deus. Quando uma alma recebe a Cristo, recebe também o poder de viver a vida de Cristo.
    Deus requer de Seus filhos perfeição. Sua lei é um transcrito de Seu caráter, e é o padrão de todo caráter. Essa norma infinita é apresentada a todos, para que não haja má compreensão no tocante à espécie de homens que Deus quer ter para compor o Seu reino. A vida de Cristo na Terra foi uma expressão perfeita da lei de Deus, e quando os que professam ser Seus filhos receberem caráter semelhante ao de Cristo, obedecerão aos mandamentos de Deus. Então o Senhor pode contá-los com toda a confiança entre os que formarão a família do Céu. Trajados com as vestes gloriosas da justiça de Cristo, participarão da ceia do Rei. Têm o direito de associar-se com a multidão lavada no sangue.
    O homem que foi à ceia sem a veste de bodas representa a condição de muitos hoje em dia. Professam ser cristãos e reclamam as bênçãos e privilégios do evangelho; contudo não sentem a necessidade de transformação de caráter. Nunca sentiram verdadeiro arrependimento dos pecados. Não reconhecem a necessidade de Cristo, nem exercem fé nEle. Não venceram suas inclinações para a injustiça, herdadas e cultivadas. Contudo pensam ser bastante bons em si mesmos, e confiam em seus próprios méritos em vez de nos de Cristo. Como ouvintes da Palavra, vão ao banquete, mas não tomaram a veste da justiça de Cristo.
    Muitos que se chamam cristãos são meros moralistas humanos. Recusaram a dádiva que, somente, podia habilitá-los para honrar a Cristo com representá-Lo ao mundo. A obra do Espírito Santo lhes é estranha. Não são praticantes da Palavra. Os princípios celestes que distinguem os que são um com Cristo dos que se unem ao mundo, tornaram-se quase indistintos. Os professos seguidores de Cristo não são mais um povo separado e peculiar. A linha de demarcação é imperceptível. O povo está-se subordinando ao mundo, às suas práticas, costumes e egoísmos. A igreja passou para o mundo, transgredindo a lei, quando o mundo devia passar para a igreja na obediência da mesma. Diariamente a igreja se está convertendo ao mundo.
    Todos estes esperam ser salvos pela morte de Cristo, ao passo que recusam viver Sua vida de abnegação. Exaltam as riquezas da livre graça, e procuram cobrir-se com a aparência de justiça, esperando assim ocultar os defeitos de caráter, mas seus esforços serão vãos no dia de Deus.
    A justiça de Cristo não encobrirá pecado algum acariciado” Parábolas de Jesus- Pág:312 a 316.
    “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma.
    Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
    Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem.
    Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é estéril?
    Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque?
    Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada;
    e se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus.
    Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé.” Tiago-2:17 a 24.
    Shalom…


  6. Jeová-jire: Que a Luz do Mestre e Senhor Jesus Cristo, possa nos iluminar a andarmos sobre as veredas de Seu Caminho.
    Precisamos estar ciente de qual lei Paulo estava exortando os irmãos de Gálatas. Existia a lei cerimonial que consistia nas ofertas de animais que servia de apoio para mostrar que um dia viria o Cordeiro de Deus. E foi abolida no último suspiro de Cristo no calvário, quando o véu se rasgou de alto a baixo, mostrando assim que dali em diante o sacrifício de animais se tornariam obsoletos.
    E o próprio irmão Paulo de Tarso diz: que a lei serviu de aio, que quer dizer apoio. Galátas 3:24.
    E também existe a Lei Mosaica com os 10 mandamentos, que fora escrita pelo próprio dedo de Deus que nunca foi abolida. Na qual o próprio irmão Paulo de Tarso da autoridade e reverência afirmando aos irmãos de Roma que de maneira nenhuma anularia a lei pela fé. E sim que antes confirmasse a lei” Romanos 3:31.O mesmo que inspirou Paulo a repreender os Gálatas, foi que O inspirou a falar aos Romanos, o Espírito Santo o qual jamais entra em contradição.
    O apóstolo Paulo e irmão em Cristo estava repreendendo os Gálatas por causa da lei cerimonial que havia sido introduzida entre eles; e não, os 10 Mandamentos que é Santo, Justo e Bom, dito pela sua própria boca. Romanos 7:12.
    E a irmã White nos confirma isso no seu livro “Atos dos Apóstolos” Pág.383 a 387 :

    “Apostasia na Galácia
    Enquanto permanecia em Corinto, Paulo teve motivos para sérias apreensões com respeito a algumas das igrejas já estabelecidas. Através da influência de falsos ensinadores que se tinham levantado entre os crentes em Jerusalém, a divisão, heresia e sensualismo estavam rapidamente ganhando terreno entre os crentes na Galácia. Esses falsos ensinadores estavam misturando tradições judaicas com as verdades do evangelho. Desconsiderando a decisão do concílio geral de Jerusalém, impuseram aos crentes gentios a observância da lei cerimonial. A situação era crítica. Os males que haviam sido introduzidos ameaçavam destruir rapidamente as igrejas da Galácia. Paulo tinha o coração cortado e sua alma estava contristada por essa franca apostasia da parte daqueles a quem ensinara fielmente os princípios do evangelho. Imediatamente ele escreveu aos enganados crentes, expondo as falsas teorias que tinham aceitado, e com grande severidade repreendia a todos os que se estavam apartando da fé. Após saudar os gálatas com as palavras “graça e paz da parte de Deus Pai e da de nosso Senhor Jesus Cristo”, dirige-lhes estas palavras de penetrante reprovação: “Maravilho-me de que tão depressa passásseis dAquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho. O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do Céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” Gál. 1:3, 6-8. Os ensinos de Paulo estavam em harmonia com as Escrituras, e o Espírito Santo tinha dado testemunho de seu trabalho; por isso ele advertia a seus irmãos a não atentarem para coisa alguma que contradissesse as verdades que lhes havia ensinado.
    O apóstolo aconselha os crentes gálatas a considerarem cuidadosamente sua primeira experiência na vida cristã. “Ó insensatos gálatas!” exclama, “quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi já representado como crucificado? Só quisera saber isto de vós: Recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é que isso também foi em vão. Aquele pois que vos dá o Espírito e que obra maravilhas entre vós, fá-lo pelas obras da lei, ou pela pregação da fé?” Gál. 3:1-5.
    Assim Paulo colocava os crentes da Galácia perante o tribunal de sua própria consciência, e procurava detê-los em seu caminho. Confiando no poder de Deus para salvar, e recusando-se a reconhecer as doutrinas dos ensinadores apóstatas, o apóstolo buscava levar os conversos a ver que haviam sido grosseiramente enganados, mas que pelo retorno a sua primeira fé no evangelho eles podiam ainda anular os propósitos de Satanás. Ele tomou posição firmemente ao lado da verdade e da justiça; e sua suprema fé e confiança na mensagem que apresentara, ajudou a muitos cuja fé havia fracassado, a retornarem à obediência ao Salvador. Quão diferente da maneira de Paulo escrever à igreja de Corinto, foi o caminho que ele seguiu em relação aos gálatas! Aos primeiros ele repreendeu com cautela e ternura; aos últimos, com palavras de farta reprovação. Os coríntios haviam sido vencidos pela tentação. Enganados por engenhosos sofismas de ensinadores que apresentavam erros sob o disfarce da verdade, tinham-se tornado confusos e desorientados. Ensiná-los a distinguir o falso do verdadeiro requeria cuidado e paciência. Aspereza ou descuidosa precipitação da parte de Paulo teriam destruído sua influência sobre muitos daqueles a quem ansiava ajudar. Nas igrejas da Galácia, aberta e desmascaradamente estava o erro suplantando a mensagem do evangelho. Cristo, o verdadeiro fundamento da fé, fora virtualmente renunciado pelas obsoletas cerimônias do judaísmo. O apóstolo viu que para que os crentes da Galácia
    fossem salvos das perigosas influências que os ameaçavam, as mais decisivas medidas deviam ser tomadas, dadas as mais penetrantes advertências.
    Uma importante lição que todo ministro de Cristo deve aprender, é a de adaptar seu trabalho às condições
    daqueles a quem busca beneficiar. Ternura, paciência, decisão e firmeza são igualmente necessárias; mas devem ser exercidas com o necessário discernimento. Tratar sabiamente com diferentes classes de mentalidades, sob circunstâncias e condições variadas, é uma obra que requer sabedoria e juízo iluminado e santificado pelo Espírito de Deus.
    Em sua carta aos crentes gálatas, Paulo recapitula brevemente os incidentes principais relacionados com sua própria conversão e com sua experiência cristã primitiva. Por este meio ele procurava mostrar que foi através de uma especial manifestação de poder divino que ele havia sido levado a ver e abraçar as grandes verdades do evangelho. Foi mediante instrução recebida do próprio Deus que Paulo foi levado a advertir e admoestar os gálatas de maneira tão solene e positiva. Ele escreveu, não em hesitação e dúvida, mas com a segurança de decidida convicção e absoluto conhecimento. Esboçava claramente a diferença entre ser ensinado pelo homem e receber a instrução diretamente de Cristo.
    O apóstolo exortava os gálatas a deixar os falsos guias por quem haviam sido desviados, e a voltar à fé que havia sido acompanhada por inquestionáveis evidências de aprovação divina. Os homens que os haviam procurado desviar de sua fé no evangelho eram hipócritas, de coração não santificado e vida corrupta. Sua religião era feita de um acervo de cerimônias, por cujas práticas esperavam ganhar o favor de Deus. Não tinham interesse num evangelho que requeria obediência à palavra: “Aquele
    que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” João 3:3. Sentiam que uma religião baseada em tal doutrina requeria demasiado sacrifício, e assim se apegavam a seus erros, enganando-se a si e aos outros. Suprir formas externas de religião em lugar de santidade de coração e de vida, é ainda tão agradável à natureza não renovada como o foi nos dias desses ensinadores judeus. Hoje, como então, existem falsos guias espirituais, para cujas doutrinas muitos atentam avidamente. É estudado esforço de Satanás desviar as mentes da esperança da salvação pela fé em Cristo e obediência à lei de Deus. Em cada século o arquiinimigo adapta suas tentações aos preconceitos ou inclinações daqueles a quem está procurando enganar. Nos tempos apostólicos levou os judeus a exaltar a lei cerimonial e rejeitar a Cristo; no presente ele induz muitos cristãos professos, sob a pretensão de honrarem a Cristo, a pôr em controvérsia a lei moral, e a ensinar que seus preceitos podem ser transgredidos impunemente. É dever de cada servo de Deus opor-se firme e decididamente a esses pervertedores da fé, e expor destemidamente. seus erros pela Palavra da verdade.” ( Atos dos Apóstolos Pág.383 a 387.)
    Gostaria também de analisar com os irmãos o livro Patriarcas e Profetas.

    “O grande ato de fé, de Abraão, permanece como uma coluna de luz, iluminando o caminho dos servos de Deus em todos os séculos subsequentes. Abraão não procurou esquivar-se de fazer a vontade de Deus. Durante aquela viagem de três dias, ele teve tempo suficiente para raciocinar, e para duvidar de Deus se estivesse disposto a isto. Poderia ter raciocinado que o tirar a vida a seu filho fá-lo-ia ser considerado como um homicida, um segundo Caim; que isto faria com que seu ensino fosse rejeitado e desprezado, e assim destruiria o seu poder para fazer bem a seus semelhantes. Poderia ter alegado que a idade o dispensaria da obediência. Mas o patriarca não procurou refúgio em qualquer dessas desculpas. Abraão era humano; suas paixões e afeições eram semelhantes às nossas; mas não se deteve a discutir como a promessa poderia cumprir-se caso Isaque fosse morto. Não se deteve a arrazoar com o seu coração dolorido. Sabia que Deus é justo e reto em todas as Suas reivindicações, e à risca obedeceu à ordem.
    “E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.” Tiago 2:23. E Paulo diz: “Os que são da fé são filhos de Abraão”. Gálatas 3:7. Mas a fé de Abraão foi manifesta pelas suas obras. “O nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada.” Tiago 2:21 e 22. Há muitos que não podem compreender a relação da fé com as obras. Dizem eles: “Crê apenas em Cristo, e estás salvo. Nada tens que ver com a guarda da lei.” Mas a fé genuína se manifestará pela obediência. Disse Cristo aos judeus incrédulos: “Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão.” João 8:39. E, com relação ao pai dos fiéis, declara o Senhor: “Abraão obedeceu à Minha voz, e guardou o Meu mandado, os Meus preceitos, os Meus estatutos, e as Minhas leis”. Gên. 26:5. Diz o apóstolo Tiago: “A fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.” Tia. 2:17. E João, que tão amplamente se ocupa com o amor, diz-nos: “Este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos.” I João 5:3.” Patriarcas e Profetas- Pág.153 a 154.
    Shalom…


  7. presizo de ajuda para faser um trabaslho de 40 paginas falando sobre a fé . tema importância da fé na vida cristão situação de estudo ou problema como manter a fé , justificara fé e a importancia objetivos mitologia ,em fim tenho que faser uma bibliografia de 40 paginas falndo tudo sobre fé

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