O homem de Deus. A obediência não é opcional

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Se tivéssemos somente o título da lição dessa semana para lermos todos os dias, seria o suficiente! “A obediência não é opicional” – sábias palavras!!

Será que as pessoas que nos rodeiam e não sabem nosso nome podem falar sobre nós usando o termos “homem/mulher de Deus”? Ou será que nossos vizinhos, ao falarem sobre nós, usam termos inadequados para pessoas que se propõem ser servas de Deus??

Não sabemos o nome do personagem bíblico dessa semana, mas nem de nome ele precisa, pois ser chamado de “homem de Deus” é melhor do que ser chamado por qualquer outro nome, não é?

Mas, o que confere à uma pessoa o título de “homem de Deus”? Como podemos ser homens e mulheres de Deus??

A resposta se encontra no título da lição dessa semana: obediência. Ser de Deus significa pertencer a Ele, e quem pertence a Deus anda em Seus caminhos, obedece a Sua palavra, reconhece Sua soberania!

Vimos que o “homem de Deus” fez o que era direito enquanto obedeceu ao Senhor, mas quando vacilou em seu caminho, deu brecha às tentações! O que isso nos diz??? Não fazemos algo parecido constantemente??

Quando Deus nos mostra um caminho, devemos nos concentrar em andar por ele! Se Ele nos orientou, Ele nos dará condições de trilhar o caminho indicado! Acontece que volta e meia pegamos atalhos, e acabamos entrando em labirintos, por desviarmos um pouco de Suas orientações!

Fidelidade é obediência total à voz de Deus!! Desviar do caminho é dar abertura ao domínio do inimigo de Deus!!

A lição dessa semana termina com um texto maravilhoso. Reflita neste texto e tome sua decisão!! O caminho já nos foi dito!

“O Salvador venceu para mostrar ao homem como ele pode vencer. Todas as tentações de Satanás, Cristo enfrentava com a Palavra de Deus. Confiando nas promessas divinas, recebia poder para obedecer aos mandamentos de Deus, e o tentador não podia alcançar vantagem. A toda tentação, Sua resposta era: ‘Está escrito.’ Assim Deus nos tem dado Sua Palavra para com ela resistir ao mal. Pertencem-nos grandíssimas e preciosas promessas, a fim de que por elas sejamos ‘participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que, pela concupiscência, há no mundo’ (2Pe 1:4).

Digam aos tentados que não olhem às circunstâncias, à fraqueza do próprio eu, nem ao poder da tentação, mas ao poder da Palavra de Deus. Toda a sua força nos pertence. ‘Escondi a Tua palavra no meu coração’, diz o salmista, ‘para eu não pecar contra Ti’ (Sl 119:11). ‘Pela palavra dos Teus lábios me guardei das veredas do destruidor’ (Sl 17:4)” A Ciência do Bom Viver, p. 181.

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