Mulher Adventista e o Mensalão do DEM

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Essa semana eu precisei ir a Brasília para uma série de reuniões de trabalho. Cheguei justamente no dia em que o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, havia sido solto. Ele estava preso até então sob a alegação de que estaria atrapalhando as investigações sobre o esquema de mansalão do Democratas.

Confesso que tive curiosidade de saber o que as pessoas pensavam a respeito, principalmente por que um dos três políticos distritais acusados de receber o mensalão é MULHER ADVENTISTA, a Deputada Eurides Brito do PMDB.

A Deputada Eurides Brito aparece nas gravações colocando maços de dinheiro na bolsa. Em seu blog (www.euridesbrito.com), a deputada afirmou que recebeu recursos para saldar tarefas que lhe cabiam realizar antes da Convenção Partidária e que a cena gravada ilegalmente em 2006,  não se encaixa nas investigações sobre o mensalão.

Diante dessa situação, conversei com algumas  pessoas no Distrito Federal, li alguns artigos a respeito, assisti o noticiário local e, por fim, encontrei dois grupos distintos: aqueles que acreditam que  a Deputada está expondo a Igreja Adventista e aqueles que sofrem de intolerância religiosa.

O primeiro grupo acredita que a Deputada não deveria mais requerer que seus compromissos políticos referentes à investigação sejam remarcados caso caiam aos sábados e que ela deveria comparecer assim mesmo, já que está sendo investigada.  Segundo esse grupo, reiterando tais pedidos ela expõe ainda mais a Igreja Adventista às críticas e que, portanto, ela deveria deixar a igreja a fim de presevá-la.

Acreditam, também, que a Liderança da Igreja Adventista já deveria ter se manifestado publicamente sobre o assunto e esperam a remoção do nome da Deputada do Rol de Membros.

O segundo grupo, que sofre de intolerância religiosa, tem criticado os adventistas e publicado na mídia expressões de ordem baseados no fato da Deputada estar envolvida no escândalo. Eles acreditam que a Igreja Adventista é conivente com a prática imputada à Deputada e, por isso, proferem ofensas. Em sua maioria são pessoas que não toleram as diferenças religiosas,   julgam e rotulam as outras sem qualquer parâmetro, movidos por revolta e preconceito.

Portanto, além de informar, esse artigo tem como objetivo fazer com que as leitoras e  leitores reflitam sobre conduta religiosa, sobre intolerância e, principalmente, sobre graça.

Entendam, não os conclamo para que reflitamos sobre a conduta e a intolerância religiosa dos outros, mas, sim, que olhemos para nós mesmos! Façamos uma reflexão. Olhemos a nós mesmos no espelho que é a palavra de DEUS e vejamos o que pode ser alterado para sua honra e glória!

Eu não conheço a origem do dinheiro que a Deputada colocava na bolsa e nem mesmo qual era o seu real destino, mas o que eu sei e tenho certeza é que eu sirvo a um DEUS VIVO de amor e de justiça! JESUS CRISTO é o advogado daqueles que merecem misericórdia e são dignos de sua defesa e é o juiz aplicando a pena àqueles que a merecem. Assim diz a Bíbilia:

 Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; (1 João 2:1)

Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. (Rom 8:33,34)

Não vou, também, perguntar a vocês de que lado estão, se do primeiro ou do segundo grupo, ou se estão ou não aptos a julgar. Não é esse o meu objetivo! Mas vou dizer que devemos reconhecer a AUTORIDADE DE DEUS para resolver as questões que não podemos e esclarecer fatos que para nós são obscuros!

Conclamo a TODOS a confiarem em DEUS!

 post escrito por Emanuelle Monteiro

2 Comentários


  1. Assim como esta deputada está sendo julgada por algo no qual possa ser culpada ou inocente, sempre temos nossas atitudes julgadas pelos outros e neste segundo caso, certamente nos declaramos inocente. É impressionante como nos apressamos em julgar as pessoas sob nosso conceito de justiça e não paramos para analisá-las sob a luz da Bíblia.
    Este artigo nos faz pensar no que Deus realmente espera que façamos e no que realmente estamos fazendo.


  2. Olá Keila! Obrigada por seu comentário!É verdade! Muitas vezes estamos tão preocupados em julgar a vida alheia que nos esquecemos da justiça divina e que só ELE é O JUSTO JUIZ. Um abraço!

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