Francine Bell, Mulher Adventista

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francine bellSer adventista do sétimo dia poderia ser um empecilho para qualquer mulher nos dias de hoje, menos para Francine Bell. Modelo, atriz, mãe, esposa, cantora, compositora , artista, e mais recentemente escritora do livro Lights! Camera! Action! (Luz! Câmera! Ação!) que proporciona às pessoas estratégias para superar os problemas da sociedade moderna através de informações práticas adquiridas a partir sua vasta experiência pessoal.

Francine é uma mulher com muitos papéis. Mas se a mesma for convidada para se resumir ela irá se intitula: “filha de Deus, princesa e filha do rei”. Diferente do que muitos pensam, é possível ser do meio artístico e ser Adventista do Sétimo Dia, como afirma Bell: “Minha fé determina tudo para mim. Eu oro sobre toda a oportunidade de trabalho e não faço nada que possa comprometer a minha fé”. […]“Se o Sábado é um problema para o meu empregador em perspectiva, eu simplesmente não faço o trabalho”, afirmou Bell. “Eu assumo que deve haver algum problema relativo a esse trabalho do qual Deus está me protegendo”.

Nascida no Brooklyn, Nova York, e com 13 irmãos, perdeu a sua mãe aos 7 anos de idade e foi morar com sua avó já que seu pai era fuzileiro da marinha mercante e passava pouco tempo com ela. Já aos 19 anos perdeu sua avó, que foi quem a ensinou aos seus irmãos como ser cristãos. “Eu sempre tive um desejo real de Deus na minha vida”, lembra ela, “a leitura da Bíblia, embora eu não entendia o que estava lendo ou onde eu deveria ler.” Sua avó também ensinou a Bell a ir a igreja, onde começou a cantar aos cinco anos”. A inspiração para a minha música gospel agora decorre aqueles dias de cantar na igreja”, diz ela. A música a levou a Escola Superior de Música e Arte, da Escola de Nova York onde aprendeu músicas eruditas de origem italiana, alemã, francesa, entre outras.

Como modelo Bell recebeu vários convites, incluindo fotografar para a revista Playboy. Entretanto, um a morte súbita de um namorado a fez mudar de vida. “Ele balançou meu mundo, porque ele não era velho e me fez questionar se eu estava fazendo o que eu queria na minha vida”. Depois de três meses da morte de seu namorado, com 52 dólares e um bilhete de ida, Francine foi para Paris onde foi descoberta por Jacques Martin, na sede da Dansant, realizou alguns shows e gravou seu primeiro álbum. Entretanto, todo o luxo e fama que a cercavam não foi suficiente para satisfazer o seu coração e até pensou e se suicidar. “Mas nós somos seres humanos com emoções humanas. Depois que você deu o seu melhor no palco, você vai para casa esgotado e querer alguém para dar a volta para você. Mas como uma única mulher na época, não havia ninguém lá para mim.” Foi nessa época que ela acompanhou uma amiga a uma reunião realizada na Igreja Adventista do Sétimo dia.

Após um tempo Francine decidiu se tornar um adventista do sétimo dia, uma decisão que “quase matou a minha carreira.” Sua determinação em acompanhar o quarto mandamento da Bíblia, para manter o sétimo dia santo significava que ela não iria trabalhar aos sábado, o que a fez parar alguns trabalhos. “Deus realmente me humilhou durante esse tempo”, diz ela. “Com a minha renda secando, eu tive que aprender coisas como digitar e trabalhou em relações com os clientes. Mas acabei segurando apertado a Deus, como uma criança faz a perna de um dos pais quando eles estão assustados”. Sua vida profissional melhorou, e Bell atualmente leciona Atuação e Performance no Conservatório de Música da Universidade de Newcastle, também na Austrália. Ela ganhou um papel no filme “Matrix Revolutions”, sequência da série “Matrix”.

Fonte: http://www.signsofthetimes.org.au/archives/2007/may/article11.shtm

post escrito por Lauziene Andrade

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